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		<title>Calculadora de ErlangB &#8211; Agora em Adobe Flex</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 21:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns dias atrás descobri através do MeioBit que a Adobe estava fazendo uma campanha para popularizar o Adobe Flex (aqui). A idéia da campanha “Adobe® Flex™ Builder 3 Professional for unemployed developers” é distribuir uma licença para pessoas desempregadas ou não trabalhando com desenvolvimento. Já tinha lido alguma coisa sobre o Flex, mas nunca tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Alguns dias atrás descobri através do MeioBit que a Adobe estava fazendo uma campanha para popularizar o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Adobe_Flex" target="_blank">Adobe Flex</a> (<a href="http://meiobit.pop.com.br/meio-bit/open-source/adobe-flex-ser-open-source" target="_blank">aqui</a>). A idéia da campanha “<a href="https://freeriatools.adobe.com/learnflex/">Adobe® Flex™ Builder 3 Professional for unemployed developers</a>” é distribuir uma licença para pessoas desempregadas ou não trabalhando com desenvolvimento. Já tinha lido alguma coisa sobre o Flex, mas nunca tinha pensando em utiliza-lo. Como não estou desempregado (UFA!!), estou à 4 dias utilizando a versão trial (60 dias) para ver o poder desta solução.</p>
<p align="justify">Como qualquer um que está começando a aprender uma nova linguagem de computação, parti a procura de fontes de informação e referência. Como todo programador de PHP, sofri um pouco com a documentação (sou só eu que considero a documentação do PHP ótima?). Procurando no <a href="http://www.google.com.br" target="_blank">Oráculo</a> encontrei algumas referências interessantes, que indico abaixo:</p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><a href="http://msdevstudio.com/blog/" target="_blank">msdevstudio.com</a>: Um blog pessoal, com várias informações sobre Flex, AIR, ActionScript, … Todo conteúdo em pt_PT, e para aqueles que ficaram com medo do ms do nome do blog, ele vem de Mário Santos. Como tem muita informação no blog, recomendo <a href="http://msdevstudio.com/blog/2008/01/05/adobe-flex-a-partir-do-zero/" target="_blank">a série de 5 tutoriais</a> sobre como trabalhar com o Flex (profissional).</div>
</li>
<li>
<div align="justify"><a href="http://www.maclema.com/content/sek/" target="_blank">Flex Style Explorer</a>: Uma ótima ferramenta (em Flex) para construção de estilos CSS para suas aplicações;</div>
</li>
<li>
<div align="justify"><a href="http://www.adobe.com/products/flex/" target="_blank">Adobe Flex 3</a>: Página oficial do Flex;</div>
</li>
<li>
<div align="justify"><a href="http://flex.org/showcase/" target="_blank">Flex Showcase</a>: Várias aplicações em Flex, demostrando o potencial da ferramenta;</div>
</li>
<li>
<div align="justify"><a href="http://www.adobe.com/cfusion/marketplace/" target="_blank">Adobe Air Marketplace</a>: Um local onde os desenvolvedores podem distribuir suas aplicações.</div>
</li>
</ul>
<p align="justify">Depois de seguir o tutorial do Mário Santos (link acima), resolvi colocar a mão na massa de fazer alguma coisa. Nada melhor que <a href="http://www.tauscheck.com/?p=17" target="_blank">fazer algo que já fiz em outra linguagem</a>, permitindo assim as inevitáveis perguntas: Foi mais fácil? Ficou mais bonito? É mais intuitivo?</p>
<p> <span id="more-24"></span>
<p>A construção da parte gráfica da aplicação é bastante trivial para qualquer um que já tenha trabalhado com qualquer outra ferramenta de desenvolvimento. Da mesma forma, montar a interface gráfica através de ActionScript também é fácil, bastando apenas conhecer as propriedades dos objetos. O problema começou com o ActionScript 3. Digamos que o AS é “<em>O CARA</em>” por trás do Flex, sem ele o Flex não passa de interface em Flash.</p>
<p>Como da primeira vez, descobri que nosso amigo Mário Santos possui <a href="http://msdevstudio.com/blog/category/tutorial-as3/" target="_blank">ótimos tutoriais</a> e um <a href="http://forum.msdevstudio.com/" target="_blank">fórum</a> bastante movimentado sobre ActionScript 3. </p>
<p>Com ajuda destes tutoriais, em apenas algumas horas* terminei minha estimada calculadora.</p>
<div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 400px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px" id="scid:8C92A505-C66E-4dd0-A7AF-2692874158CA:8c2dd47c-9c86-4c86-ae10-cd1d3219e09b" class="wlWriterEditableSmartContent">
<p><embed src="http://www.tauscheck.com/arquivos/erlang/erlangerlangb_web.swf" quality="High" bgcolor="#FFFFFF" width="400" height="158" name="ErlangB Calc" align="Middle" type="application/x-shockwave-flash" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /></p>
</div>
<p>Depois destas primeiras horas despendidas com o desenvolvimento do sistema, foram necessários apenas 30min para portar a aplicação para o Adobe AIR. É incrível como é fácil passear entre uma solução e a outra. Cabe ressaltar que dos 30 min, 20 foram gastos em detalhes visuais. Abaixo o link para download do arquivo de instalação do AIR.</p>
<p align="center"><a href="http://www.tauscheck.com/arquivos/erlang/ErlangB.air"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" border="0" src="http://www.tauscheck.com/arquivos/air_icon.gif" width="104" height="104" /></a> </p>
<p align="justify">Ainda estou organizando o código para compartilhar com todos, então, em breve ele estará aqui.</p>
<p align="justify">Sds,</p>
<p><font size="1">* Diga-se de passagem que um bocado das horas que perdi no desenvolvimento foram gastas relembrando da necessidade da declaração/conversão de variáveis. Bendito PHP que me acostumou mal <img src='http://www.tauscheck.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </font></p>
]]></content:encoded>
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		<title>MySQL &#8211; Melhorando o desempenho com tabelas MEMORY</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=20</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 23:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[FAQs e Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem já teve que trabalhar com grandes volumes de dados no MySQL, já se perguntou como melhorar o desempenho de consultas longas e repetivas. E sabe como é difícil.
Este post nasceu de várias perguntas que me fiz enquanto procurava o  gargalo em um sistema de verificação de inconsistências que gastava 5 horas analisando as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Quem já teve que trabalhar com grandes volumes de dados no <a href="http://www.mysql.com" target="_blank">MySQL</a>, já se perguntou como melhorar o desempenho de consultas longas e repetivas. E sabe como é difícil.</p>
<p>Este post nasceu de várias perguntas que me fiz enquanto procurava o  gargalo em um sistema de verificação de inconsistências que gastava 5 horas analisando as mesmas tabelas. Fiz algumas contas e constatei que gastava menos de 0,1 segundos em cada QUERY (nada mal). Mas algo tinha que ser feito!<img style="float: right; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px;" src="http://www.tauscheck.com/wp-content/uploads/2008/04/quem-disse-que-pensar-nao-cansa.jpg" alt="" /></p>
<p>Imaginar como melhorar o desempenho de um JOIN de campos CHAR entre três tabelas, uma com 200k linhas, outra com 5k linhas e outra com 50 linhas não é fácil. A primeira saída é otimizar o banco, com a criação de índices e adequação dos campos ao conteúdo (INT, CHAR, VARCHAR, &#8230;). Mas mesmo assim não estava funcionando no meu caso. Nada que uma visita na documentação do MySQL não resolva os problemas.</p>
<p>Na documentação descobri que exatamente para estes casos o MySQL possui um tipo especial de tabela, o MEMORY. Ela possui algumas limitações, porém é imcomparável quando o assunto é velocidade.</p>
<p>Algumas limitações:</p>
<ul>
<li>Não suporta campos do tipo BLOB e TEXT (mais uma desculpa para otimizar o banco);</li>
<li>Os registros ocupam um tamanho fixo na memória. Assim, um campo INT vai sempre ocupar 4 bytes de memória, mesmo que você o use como um TINYINT;</li>
<li>Você precisa de muita memória RAM disponível no servidor (devido ao caso acima);</li>
</ul>
<p>Como você pode precisar de uma quantidade de memoria RAM absurda, o MySQL limita a quantidade de memória até o valor definido na variável max_heap_table_size. O valor default é 16Mb, mas o céu é o limite.</p>
<p>Apesar de possível, não é recomendada a utilização de uma tabela  MEMORY para armazenar dados pois as informações serão perdidas em caso de falta de energia. Considere sua utilização apenas em casos onde:</p>
<ul>
<li>você tenha muitas pesquisas em um curto espaço de tempo;</li>
<li>Os dados sejam estáticos, sem variações (nada de UPDATES)</li>
</ul>
<p>É uma boa pedida para uma STORE PROCEDURE que replica algumas informalções de uma tabela normal (MYSAM, por exemplo) para uma MEMORY, melhorando o desempenho daquela QUERY complexa.</p>
<p>Ainda neste semana, vou apresentar um tutorial de como criar uma tabela MEMORY com o PHP, replicando as informações de outra tabela. Não percam!!!</p>
</div>
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		<title>PHP &#8211; Classe para calcular Erlang B</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=17</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 01:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Erlang]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[PHP-GTK]]></category>
		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia a dia do meu trabalho, me deparo sempre com a necessidade de calcular a capacidade (Erlg) de tráfego de uma interface. Assim, acabo sempre recaindo na necessidade de saber quantos Erlangs determinada interface possui, ou mesmo saber quanto terá depois de alguma atividade.
Tradicionalmente recorremos à alguma tabela de referência (exatamente como faziam na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia a dia do meu trabalho, me deparo sempre com a necessidade de calcular a capacidade (Erlg) de tráfego de uma interface. Assim, acabo sempre recaindo na necessidade de saber quantos Erlangs determinada interface possui, ou mesmo saber quanto terá depois de alguma atividade.</p>
<p>Tradicionalmente recorremos à alguma tabela de referência (exatamente como faziam na década de 60) ou utilizamos um dos inúmeros softwares que fazem este trabalho para você (para acesso web, indico o site <a href="http://www.erlang.com">www.erlang.com</a>). Mas eu queria mais. Queria controlar esta atividade, podendo:</p>
<ul>
<li>Fazer o cálculo dentro do meu próprio código;</li>
<li>Popular uma tabela de um banco de dados,</li>
<li>Mostrar o código no meu blog <img src='http://www.tauscheck.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<p>Então, como um <em>bom</em> engenheiro que sou <img src='http://www.tauscheck.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> , criei um código (uma classe) em PHP para calcular Erlang B&#8230;<br />
<span id="more-17"></span><br />
Antes de continuar a escrever, vou gastar um tempo explicando que P* é Erlang:</p>
<p><em>Erlang B é uma forma, derivada da Distribuição de Erlan, para descrever a probabilidade de perda de chamada em um grupo de circuitos.</em></p>
<p>Traduzindo: Quanto mais canais eu tenho, menor a chance de existir congestionamento na interface. Tradicionamente conhecemos ou o tráfego ou a capacidade e a taxa de bloqueio costuma ser uma constante definida em projeto.</p>
<p>Assim, estou disponibilizando à todos a classe para download <a href="http://www.tauscheck.com/arquivos/erlang/erlang.class">AQUI</a>!!!.</p>
<p>Com esta classe é possível fazer vários testes, inclusive popular um banco de dados, ou gerar um HTML com uma tabela completa.</p>
<p>Particularmente já fiz as duas coisas,  mas desta vez resolvi fazer algo um pouco diferente. Criei uma calculadora  utilizando a biblioteca <a href="http://gtk.php.net">PHP-GTK2</a>. Assim, consigo utilizar meu código e ainda tenho um software independente do Apache, diretamente em meu Desktop.</p>
<p>Abaixo estou apresentando alguns screenshots da aplicação e aqui tenho o <a href="http://www.tauscheck.com/arquivos/erlang/erlang.tar.gz">link</a> para download de todos os arquivos necessários para a calculadora funcionar.</p>
<p align="center"><img src="http://www.tauscheck.com/arquivos/erlang/erl_calc.jpg" alt="" /><img src="http://www.tauscheck.com/arquivos/erlang/erl_calc2.jpg" alt="" /></p>
<p align="justify">Ps: Para saber como colocar o PHP-GTK2 para funcionar, indico o site <a href="http://www.php-gtk.com.br">php-gtk.com.br</a>.</p>
<p align="justify">Ps2: Apenas quero ressaltar que você pode incluir a calculadora dentro de seu aplicativo, sem qualquer modificação no código, pastando indicar o widget onde ela deve ficar.</p>
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		<title>Complementos para o Firefox &#8211; Os indicados pelo tauscheck.com ;-)</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=16</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 00:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Firefox]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Já fiz outro artigo aqui no site sobre complementos para o Firefox, porém era específico apenas ao Allpeers.
Continuo indicando este complemento à todos, pois é o mais incrível que já vi, pois transforma o navegador em MUITO mais que apenas um navegador&#8230;
Hoje decidi criar uma lista de Complementos que utilizo diariamente em meu Firefox.




Allpeers: Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Já fiz outro artigo <a href="http://www.tauscheck.com/?p=6">aqui</a> no site sobre complementos para o Firefox, porém era específico apenas ao Allpeers.<br />
Continuo indicando este complemento à todos, pois é o mais incrível que já vi, pois transforma o navegador em MUITO mais que apenas um navegador&#8230;</p>
<p>Hoje decidi criar uma lista de Complementos que utilizo diariamente em meu Firefox.<br />
<span id="more-16"></span>
</div>
<div align="justify">
<ul>
<li><a href="http://www.tauscheck.com/?p=6">Allpeers</a>: Como já descrito aqui mesmo no site, permite o compartilhamento de arquivos diretamente de dentro do navegador. Na minha modesta opinião, uma obra de arte.</li>
<li><a href="http://www.google.com/tools/firefox/browsersync/">Google Browser Sync</a>: Uma mão na roda para quem tem várias instalações do Firefox (desktop, laptop, trabalho, windows, linux1, linux2, &#8230;). Com ela, você pode sincronizar seus: Favoritos, Histórico, Cookies persistentes e Senhas armazenadas. É muito chegar em casa e procurar no histórico um site que você encontrou por caso enquanto navegava durante o trabalho. Não que a gente navegue durante o trabalho <img src='http://www.tauscheck.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </li>
<li>&nbsp;<a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/1455">Tiny Menu</a> e <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/313">Stop-or-Reload Button</a>: Uma dupla que não pode faltar. A primeira encolhe seu menu do Firefox à apenas uma linha (veja a imagem abaixo). A segunda, transforma os botões de stop e reload ema apenas um (os dois nunca podem ser usados ao mesmo tempo). Assim, você ganha algum espaço em seu monitor;</li>
</ul>
</div>
<div align="center"><a href="http://www.tauscheck.com/img/firefox/menu_ff.jpg"><img src="http://www.tauscheck.com/img/firefox/menu_ff_s.jpg" /></a></div>
<ul>
<li><a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/39">Mouse Gesture</a>: Acredito que uma das primeiras <strike>extensões</strike> Complementos para o Firefox. Permite você controlar o navegador com movimentos do mouse. Depois que você se acostuma, é impossível viver sem;</li>
<li><a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/1843">Firebug</a>: Ótimas para desenvolvedores de sites. Permite você editar, debugar e monitoras códigos CSS, HTML e JavaScript ao vivo, em qualquer página web.</li>
<li><a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/1730">ScribeFire</a>: Estou fazendo este post de dentro desta <strike>extensão</strike> Complemento. Com ela é possível postar diretamente no seu blog, utilizando uma interface em XUL, sem ter que acessar seu site. Particularmente estou achando mais rápido e prático que pelo método tradicional.</li>
</ul>
<p>Sei que existem inúmeras variantes deste tópico, porém depois de muito tempo criei esta lista de complementos que me acompanham todo dia. Espeto que seja útil para vocês também.</p>
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		<title>Sofrendo com um Philips SE4351 (Parte IV e Final)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 01:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Philips nunca mais]]></category>
		<category><![CDATA[Tauscheck.com]]></category>

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		<description><![CDATA[Concluindo a novela do caso Philips SE4351 x eu e minha esposa, posso afirmar que um pouco de pressão resolveu o caso. Meu último post sobre o caso foi no dia 20/09/2007 &#8211; quinta-feira. Na segunda-feira consegui enviar um e-mail para o suporta da Philips com a argumentação que coloquei na parte III da novela. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concluindo a novela do caso Philips SE4351 x eu e minha esposa, posso afirmar que um pouco de pressão resolveu o caso. Meu último post sobre o caso foi no dia 20/09/2007 &#8211; quinta-feira. Na segunda-feira consegui enviar um e-mail para o suporta da Philips com a argumentação que coloquei na <a href="http://www.tauscheck.com/?p=12" title="parte III" target="_blank">parte III</a> da novela. No e-mail fiz a mesma ameaça de processar a empresa caso não obtivesse uma resposta naquela semana. Como argumentação utilizei o Código de Defesa do Consumidor, exatamente como no blog.</p>
<p><span id="more-15"></span>O e-mail foi enviado aproximadamente às 10hrs da manhã e antes de ir almoçar já havia recebido um contato com o departamento responsável da Philips, solicitando os dados da Nota Fiscal de compra e a conta corrente para reembolso dos valores.</p>
<p>Assim, no dia 08/10/2007 recebemos o valor do telefone, acrescido de correção monetária (neste caso, algo próximo de R$5,00).</p>
<p>Fica a dica para quem tiver problemas com alguma empresa (Philips ou outra). Lutar pelos seus direitos sempre é vantajoso. No meu caso tive que retratar a novela no meu blog, e esperar mais de 3 meses pela solução. Mas agora tudo está funcionando.</p>
<p>E pra quem tiver qualquer problema com os aparelhos Philips e o padrão FSK, recomendo o aparelho abaixo (o qual sou atualmente dono&#8230;). <img src='http://www.tauscheck.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p align="center"> <a href="http://www.americanas.com.br/home/begin.do?homeId=26&amp;hotSiteId=6868&amp;itemId=564540&amp;sectorId=10465" target="_blank"><img src="./img/philips/ge.gif" title="Telefone GE" alt="Telefone GE" align="middle" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pesquisa nacional de compatibilidade</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 19:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[ Durante todo mês de junho de 2007, o BR-Linux.org promoveu uma extensa pesquisa com seus usuário, procurando identificar em que estágio se encontra a compatibilidade de equipamentos, componentes e serviços com as distribuições mais populares de Linux.
Durante este período o BR-Linux.org contabilizou mais de 12000 registros, representando uma importante parcela dos usuários.  Porém esta grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Durante todo mês de junho de 2007, o BR-Linux.org promoveu uma extensa pesquisa com seus usuário, procurando identificar em que estágio se encontra a compatibilidade de equipamentos, componentes e serviços com as distribuições mais populares de Linux.</p>
<p>Durante este período o BR-Linux.org contabilizou mais de 12000 registros, representando uma importante parcela dos usuários.  Porém esta grande quantidade de informação de nada vale nada sem que todos tenham acesso à eles. Assim, o Br-Linux.org criou uma campanha para incentivar a divulgação dos resultados da pesquisa&#8230;</p>
<p align="center"><strong>Ajude a divulgar a lista brasileira de equipamentos e serviços compatíveis com Linux </strong></p>
<p>&#8230;e concorra a MP4 e MP3 players, mochilas Targus, períodos de VoIP grátis e até a ventiladores USB &#8211; além de contribuir automaticamente para doações para a Wikipedia e o Wordpress! O <a href="http://br-linux.org/">BR-Linux</a> coletou mais de 12.000 registros de compatibilidade de equipamentos e serviços (webcams, scanners, notebooks, &#8230;) na sua <a href="http://br-linux.org/linux/pesquisa-hardware">Pesquisa Nacional de Compatibilidade 2007</a>, e agora convida a comunidade a ajudar a divulgar o resultado. Veja as <a href="http://br-linux.org/linux/divulgar-compatibilidade">regras da promoção</a> no BR-Linux e ajude a divulgar &#8211; quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux à Wikipedia e ao Wordpress.</p>
<p>Além de ajudar a divulgar o Linux e o Wordpress (minha escolha) ainda concorremos aos vários brindes oferecidos pelo Br-Linux. Participe você também&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sofrendo com um Philips SE4351 (Parte III)</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=12</link>
		<comments>http://www.tauscheck.com/?p=12#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 02:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Philips nunca mais]]></category>
		<category><![CDATA[Tauscheck.com]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando nossa novela  , já estamos à 23 dias (desde o dia  27/08/2007) com o telefone Philips SE4351 de posse da Philips para uma análise minunciosa do caso (eu não escrevi errado não, é assim que os atendentes da Philips falam).
Neste período já me solicitaram três vezes o prazo de 48 horas úteis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando nossa novela <img src='http://www.tauscheck.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> , já estamos à 23 dias (desde o dia  27/08/2007) com o telefone Philips SE4351 de posse da Philips para uma análise <em>minunciosa</em> do caso (eu não escrevi errado não, é assim que os atendentes da Philips falam).</p>
<p>Neste período já me solicitaram três vezes o prazo de 48 horas úteis para a análise <em>minunciosa</em> da equipe técnica da referida empresa. Atualmente estou aguardando um prazo de 71 horas (até o final do dia 21/09/2007) pois solicitaram urgência pra o tratamento do meu caso (solicitação feia pela 4ª vez).</p>
<p>Para que ninguém fale que não sou consumidor da Philips, eis a lista de equipamentos que tenho em casa:</p>
<ul>
<li>Uma TV 25&#8243; tela plana &#8211; particularmente ela tem o péssimo costume de demorar 25 segundos para ligar;-p</li>
<li>Um Home Theather com DVD e</li>
<li>Uma batedeira super invocada.</li>
</ul>
<p>Além destes ainda tenho (pelo menos a nota fiscal está aqui comigo) um telefone SE4351.</p>
<p><span id="more-12"></span>A parte boa da Philips demorar tanto para me responder é que acabamos ficando com tanta raiva da situação que acabamos procurando nosso direitos. Hoje descobri que meu caso pode ser coberto pelo código de defesa do consumidor. Mais especificamente no:</p>
<blockquote><p><em><strong class="ART">Art. 18</strong>: </em><strong><span class="CORPO"></span></strong><em><span class="CORPO">Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis                  respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade                  que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam                  ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da                  disparidade, com as indicações constantes do recipiente, da embalagem,                  rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes                  de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das                  partes viciadas. </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">§ 1º. Não sendo                  o vício sanado no prazo máximo de trinta dias, pode o consumidor                  exigir, alternativamente e à sua escolha: </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">I &#8211; a substituição do produto por outro                  da mesma espécie, em perfeitas condições de uso; </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">II &#8211; a restituição imediata da quantia                  paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas                  e danos; </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">III &#8211; o abatimento proporcional do preço.</span></em><strong><span class="CORPO">                  </span></strong></p></blockquote>
<p>Pelo artigo, como a empresa não entregou um produto com as características descritas na caixa (com identificador de chamadas) e ela não possui outro aparelho com a característica desejada, estou solicitando meu dinheiro de volta, com as correções necessárias. Apenas saliento que a devolução deve ser imediata (no meu caso estão me enrolando à mais de 2 meses).</p>
<p>Mas eu acabei estudando mais o caso e cheguei no:</p>
<blockquote><p><em><strong class="ART">Art. 66</strong>: </em><em><strong><span class="ART"></span></strong><span class="CORPO">Fazer afirmação falsa ou enganosa, ou omitir informação relevante                  sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, segurança,                  desempenho, durabilidade, preço ou garantia de produtos ou serviços:                  </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">Pena &#8211; Detenção de três meses a um ano e multa.                  </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">§ 1 Incorrerá nas mesmas penas quem patrocinar                  a oferta. </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">§ 2 Se o crime é culposo: Pena &#8211; Detenção de                  um a seis meses ou multa.</span></em></p></blockquote>
<p>Assim, posso afirmar que a Philips do Brasil omitiu uma informação sobre uma característica do produto.</p>
<p>Um ponto importando do código define os direitos do consumidor:</p>
<blockquote><p><em><strong class="ART">Art. 6</strong>: </em><em><strong><span class="ART"></span></strong><span class="CORPO">São direitos básicos do consumidor:</span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">I &#8211; a proteção da vida, saúde e segurança                  contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos                  e serviços considerados perigosos ou nocivos; </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">II &#8211; a educação e divulgação sobre o consumo                  adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha                  e a igualdade nas contratações; </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO">III &#8211; a informação adequada e clara sobre                  os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de                  quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem                  como sobre os riscos que apresentem;&#8230; </span></em></p>
<p><em><span class="CORPO"></span></em></p></blockquote>
<p>onde fica clara a responsabilidade da empresa em fornecer todos os dados relevantes sobre o produto que ela se presta a vender.</p>
<p>Em outro artigo temos a definição de quem responde por algum problema no produto, incluindo os casos em que faltam informações</p>
<blockquote><p><em><strong class="ART">Art. 12</strong>: </em><em><span class="CORPO">O                  fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro,                  e o importador respondem, independentemente da existência de culpa,                  pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos                  decorrentes de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas,                  manipulação, apresentação ou acondicionamento de seus produtos,                  bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua                  utilização e riscos.</span></em></p></blockquote>
<p>Apenas para concluir e não me alongar muito no caso, pois acredito já ter provado que o problema é com a Philips, vou enviar hoje (20/09/07) um e-mail para o suporte da Philips com um ultimato sobre meu caso (dia 28/09/2007). Após este dia não vou mais conversar com a Philips e irei procurar meus direitos na justiça (pequenas causas).</p>
<p>Espero ter boas notícias em breve.</p>
<p>E como de costume, segue um link pra você que quer apenas comprar um telefone sem fio que funcione. Mas se lembre de fugir dos aparelhos da Philips <img src='http://www.tauscheck.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/homecache/telecoms.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=11&amp;franq=253186"></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/telecoms.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=11&amp;franq=253186"><img src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_telefonia.jpg" border="0" height="60" width="468" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sofrendo com um Philips SE4351 (Parte II)</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=11</link>
		<comments>http://www.tauscheck.com/?p=11#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 01:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Philips nunca mais]]></category>
		<category><![CDATA[Tauscheck.com]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando a história iniciada no post Sofrendo com um Philips SE4351 (Parte I), depois de 52 dias esperando pelo nosso aparelho novo, recebemos pelos correios no dia 24/08/2007 a peça depois da troca (UFA!).
Alegria, alívio e mais um monte de sentimentos  se somam à este momento, porém toda euforia é substiuida pelo sentimento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a história iniciada no post <a href="http://www.tauscheck.com//?p=10" rel="bookmark" title="Permanent Link: Sofrendo com a Philips (Parte I)">Sofrendo com um Philips SE4351 (Parte I)</a>, depois de 52 dias esperando pelo nosso aparelho novo, recebemos pelos correios no dia 24/08/2007 a peça depois da troca (UFA!).</p>
<p>Alegria, alívio e mais um monte de sentimentos  se somam à este momento, porém toda euforia é substiuida pelo sentimento de impotência e, porque não chamar assim, de raiva. Em nosso primeiro teste já observamos que os dois problemas reportados se mantinham. Em princípio acreditamos que era uma brincadeira e que haviam enviado por engano o mesmo aparelho. Mas não. O aparelho veio em uma nova caixa com todos os decalques que o anterior apresentava (talvez até mais).</p>
<p><span id="more-11"></span>Após o choque, procuramos analisar o caso mais friamente e procurar entender o por que do problema. Uma empresa com o <em>&#8216;conceito&#8217;</em> que a Philips possui não poderia colocar no mercado um aparelho que simplesmente não funciona. Deve existir algo que o <strike>experiente</strike> corpo <em>técnico</em> da empresa não tenha percebido e que nós, 2 Engenheiros Eletricistas com Ênfase em Eletrotécnica (leia-se alta potência), possamos perceber.</p>
<p>Focamos inicialmente no problema tendo em vista que o problema dos toques estava parcialmente solucionado (a <em>&#8217;solução&#8217;</em> encontra-se no final do texto, nas observações), focamos no problema com o identificador de chamadas. A primeira suspeita recaiu sobre o padrão do identificador de chamadas. No mercado existem dois padrões dominantes:</p>
<ul>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DTMF" target="_blank">DTMF</a>: Dual Tone MultiFrequential, os tons de duas freqüências utilizados na <span class="new">discagem</span> dos telefones e</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FSK" target="_blank">FSK</a>: Frequency-shift keying ou Modulação por chaveamento de freqüência.</li>
</ul>
<p>No nosso caso (linha <a href="http://www.gvt.com.br/" target="_blank">GVT</a>), a mesma informa em vários pontos durante a contratação do serviço que suas linhas operam no modo FSK. Assim, ao escolhermos o aparelho telefônico para nossa residência fugimos dos aparelhos que reportavam possuir suporte apenas ao padrão DTMF. Ao nos depararmos com os aparelhos da Philips não encontramos qualquer ressalva ao padrão de identificação de chamada (nada no site, nada no manual), ao contrário de todos os outros fabricantes. Assim, concluímos que a mesma possuía um aparelho com suporte aos dois padrões.</p>
<p>Mas se o aparelho suportava os dois padrões, por que ele não estava respondendo da forma esperada? Nada como um chat com o suporte técnico da Philips para elucidar o caso:</p>
<p><em>- Nós: Quais padrões de identificação de chamadas o aparelho SE4351 suporta?</em></p>
<p><em>- SAC Philips:  Um momento por favor&#8230; (30 segundos)&#8230; Suporta o padrão DTMF.</em></p>
<p><em>- Nós: Apenas o padrão DTMF? E o padrão FSK?</em></p>
<p><em>- SAC Philips: Nossos aparelhos suportam apenas o padrão DTMF.</em></p>
<p><em>- Nós: E por quê então que esta informação não consta no site ou nos manuais do aparelho?</em></p>
<p><em>- SAC Philips: Queda da conexão com o suporte. Desculpe-nos Blá-Blá-Blá&#8230;</em></p>
<p>Agora a história começa e ficar clara. O aparelho não suporta o padrão FSK de identificação de chamadas. Mas então por que esta informação não consta nos manuais e na página da própria Philips?</p>
<p>Entramos em contato com a Americanas.com, onde fomos informados que teríamos que entrar em contato com a Philips, por a Americanas.com também não possuía esta informação e porque o prazo de 7 dias para a troca do aparelho já havia se passado.</p>
<p>Entro em contato (telefônico) com a Philips no dia 27/08/2007 para tentar solucionar o caso. Explico para a atendente que  a troca do aparelho foi em vão, pois o aparelho não possuía qualquer defeito. Ele apenas não possui suporte à uma característica que não é descrita claramente no manual. Depois de um pouco de dificuldades na conversa (estava quase desenhando para a atendente) quando ela me oferece duas opção para meu problema, tendo em vista que a Philips não possui nenhum aparelho com suporte ao padrão FSK:</p>
<ul>
<li>Solicitar à operadora uma linha com suporte ao padrão DTMF.</li>
<li>Trocar de operadora de serviços</li>
</ul>
<p>Neste ponto tive a nítida impressão de ouvir ela me chamar de BURRO e ainda rir da minha cara. Você vende um aparelho, não informa todas as características do produto e quem tem que resolver seu problema é o BURRO do cliente.</p>
<p>Assim, peguei meu papel e giz de cera (figura de linguagem gente) e desenhei pra atendente que o problema não era da GVT nem meu e que queria meu dinheiro de novo, pois eles me venderam um aparelho que não atende as expectativas.  Demorou um pouco e ela me explicou para levar o aparelho novamente na assistência técnica para pegar um protocolo e dar entrada na devolução do dinheiro.</p>
<p>Voltamos à mesma autorizada do dia 04/07/2007 (EXCLUSIVA COM EQUIP LTDA), onde explicamos a situação. Neste momento o técnico nos informa que nunca foi informado pela Philips que seus aparelhos suportam apenas o padrão DTMF (tirem suas próprias conclusões).</p>
<p>No final do dia 27/08/2007 ligo novamente para a Philips para informar o protocolo e me inteirar do processo. Me solicitam 5 dias úteis de prazo para a análise da área técnica e posterior contato <strong>DA</strong> Philips.</p>
<p>&#8230;. 5 Dias depois&#8230;</p>
<p>No dia 03/09/2007 entro em contato com o suporte da Philips para ter informações do meu processo (percebam que eu tive que entrar em contato). Neste momento sou informado que ainda não existe uma resposta da área técnica e me solicitam 48hrs úteis para uma resposta.</p>
<p>Apenas para esclarecer, 48hrs úteis são 6 dias úteis&#8230; Após várias palavras de indignação da minha parte, a atendente reporta que anotou meu descontentamento com o caso e está encaminhado para a área técnica para uma resposta. Fim da ligação. Indignação subindo&#8230;</p>
<p>Passados alguns minutos minha esposa recebe uma ligação da Philips para saber se o aparelho trocado estava funcionando (SIC). Ladainha toda de novo (ta ficando chato, eu sei), tentam convencer de novo que o problema não é com eles, argumentando que o DTMF é o padrão mais usado no mercado (problema deles) , Blá-Blá-Blá&#8230; E mais uma promessa de que vão agilizar o processo.</p>
<p>Com isto já estamos à 68 dias sem o telefone e sem uma resposta aceitável da Philips.  E continuamos aguardando.</p>
<p>Na próxima quinta-feira (12/07/2007) vence o prazo solicitado pela Philips para nos dar uma resposta. Espero não ter que ligar novamente. Mas isto é uma história para a próxima parte de nossa novela!</p>
<p>Enquanto isto, que tal procurar um telefone legal (de outra marca, que fique claro) no site do Submarino?</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/telecoms.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=11&amp;franq=253186"></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/telecoms.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=11&amp;franq=253186"><img src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_telefonia.jpg" border="0" height="60" width="468" /></a></p>
<p>Obs: Como solucionar o problema dos toques que demoram para começar à tocar e depois demoram para parar de tocar? Não utilize os toque personalizados. Utilize apenas os toque simples (TRIM-TRIM) que funciona. Agora não me perguntem por quê colocaram esta funcionalidade no aparelho, pois ela não funciona&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sofrendo com um Philips SE4351 (Parte I)</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=10</link>
		<comments>http://www.tauscheck.com/?p=10#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 04:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Philips nunca mais]]></category>
		<category><![CDATA[Tauscheck.com]]></category>

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		<description><![CDATA[Não costumo utilizar este espaço (muito menos o tempo de todo mundo) com reclamações, até porque todo mundo já tem seus próprios problemas para se preocupar.
Em vez disto, vou usar  este passo apenas para contar um caso pelo qual tenho passado e que realmente não desejo que ninguém passe também.
Tudo começa no dia 26/06/2007 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não costumo utilizar este espaço (muito menos o tempo de todo mundo) com reclamações, até porque todo mundo já tem seus próprios problemas para se preocupar.</p>
<p>Em vez disto, vou usar  este passo apenas para contar um caso pelo qual tenho passado e que realmente não desejo que ninguém passe também.</p>
<p>Tudo começa no dia 26/06/2007 quando eu e minha esposa compramos o <font class="productitle">telefone sem fio SE4351 com identificador de chamadas, viva voz, secretária eletrônica e leitor de chip de celular, marca Philips, no site da Americanas.com por R$299,00. O aparelho era perfeito para potencializar o ótimo pacote de serviços que havíamos contratado junto à GVT. </font></p>
<p align="center"><a href="http://www.tauscheck.com/img/philips/americanas.jpg" title="A Compra!"><img src="http://www.tauscheck.com/img/philips/americanas_p.jpg" title="A compra" alt="A compra" height="149" width="300" /></a></p>
<p><span id="more-10"></span>Este aparelho continha todas as características que procurávamos:</p>
<ul>
<li>Secretária Eletrônica Digital;</li>
<li>Identificador de Chamadas;</li>
<li>Agenda para 250 números;</li>
<li>Possibilidade de atuar em conjunto com um Ramal;</li>
<li>Operar na faixa de 1.9 GHz e</li>
<li>Copiar a agenda de nossos SIM Cards GSM.</li>
</ul>
<p>Assim, no dia 29/06/2007 recebemos o aparelho e já no primeiro dia observamos algumas <em>características</em> pouco interessantes no aparelho:</p>
<ul>
<li>Quando recebia uma chamada, o identificados de chamadas colocava um número 1 no início de todos o números. Assim, o número 41-3555-3535 era identificado como 135553535. Este pequeno detalhe incapacitava o aparelho de efetuar uma simples re-discagem;</li>
<li>Quando recebia uma  chamada, observamos que o aparelho demorava para começar a tocar (quando comparado com outro aparelho sem fio da Panasonic). Em média ele demorava de 2 a 3 seg a mais. Em contra-partida, quando a pessoa que estava ligando para minha casa desistia da chamada, o aparelho demorava quase 10 segundos para parar de tocar.</li>
</ul>
<p>Como não acreditávamos que esta situação fosse uma característica do aparelho, entramos em contato com o SAC da Philips através de e-mail, no dia 01/07/2007. Segue abaixo o e-mail enviado à Philips:</p>
<p><em><code>Encontramos 2 problemas com o aparelho:</code></em></p>
<ol>
<li><em>Temos identificador de chamadas em nossa linha GVT. Ao recebermos uma chamada, o telefone sempre armazena o número que discou acrescido de um número 1. Assim, se o número 041XXXXXXXX liga, fica armazenado no telefone o número 1XXXXXXXX. Isto impossibilita o ato de simplesmente re-discar caso não atendamos o telefone.</em></li>
<li><em>Quando recebemos uma chamada ele demora para começar a tocar e depois que a pessoa desiste de ligar ele demorar para parar de tocar. Em um teste (feito com uma chamada de celular) ele demorou 5 segundos para começar a tocar (quando comparado com outro aparelho da Panasonic) e depois de desligada a chamada ele continuou tocando por 10 segundos. Isto é extremamene inconveniente, uma vez que quando você atende recebe apenas o tom de discagem.</em></li>
</ol>
<p><em>Aguardamos informações para sabermos se continuamos ou não com o produto.</em></p>
<p>A empresa, no dia seguinte (02/07/2007) respondeu que essas anomalias não eram normais em seus aparelhos e informou dois Postos Autorizados para que o produto fosse direcionado (deveríamos ter comemorado neste dia, pois foi a resposta mais rápida que recebemos da Philips).</p>
<p>No dia 04/07/2007 o telefone foi deixado em um desses Postos Autorizados (EXCLUSIVA COM EQUIP LTDA).</p>
<p>Durante algum tempo, sempre que entravamos em contato com o Posto Autorizado, a informção sempre era a mesma &#8220;<em>Aguardamos informação do suporte técnico</em>&#8220;. No terceiro contato com o Posto Autorizado foi sugerido que entrassemos em contato direto com o atendimento da Philips, para com isso, pressionar a empresa a uma solução mais rápida (o agente já conhecia o atendimento da Philips).</p>
<p>No primeiro contato com o suporte técnico da Philips, fomos informados de um prazo de cinco dias úteis, onde deveria mos aguardar contato da empresa. Os dias se passaram e não recebemos nenhum tipo de informação.</p>
<p>No dia 18/07/2007, ao ligar novamente para 08007010203 da Philips, descobrimos que não havia nenhum protocolo registrado para o caso. Nesta ligação a atendente Luana, efetuou o registro de número 5748346759 e novamente fomos informada do prazo de cinco dias úteis. Os cinco dias se passaram e a empresa não entrou em contato conosco novamente e ao ligar pedindo um posicionamento nos solicitaram mais um prazo, só que agora de 48 horas úteis. Mais uma vez o prazo se esgotou e não recebemos nenhuma ligação da Philips.</p>
<p>A partir de então, sempre que ligávamos para a Philips, os atendentes (Carlos, Debora, Luana, entre tantos outros)  nos passavam a informação de o caso estava em  análise de troca, que provavelmente o aparelho seria trocado e que faltava apenas a aprovação da gerência para que eu recebêssemos um novo aparelho em nossa casa (sempre acompanhado de uma solicitação para aguardarmos mais 48 hrs).</p>
<p>Indignados com a falta a atitude da Philips, fizemos uma reclamação no site <a href="http://www.reclameaqui.net/sec.htm?conteudo=viewreclamacao&amp;re_id=70305">Reclameaqui.net</a>,  onde  apresentamos todo o caso (inclusive o e-mail enviado no dia 02/07/2007). Por este site recebemos a informação (no dia 21/08/2007) de que o aparelho seria trocado em 10 dias.</p>
<p>Para simplificar (e muito)  recebemos um novo aparelho no dia 24/08/2007 (incríves <strong>52</strong> dias). Aqui começa a segunda parte do Sofrendo com a Philips.</p>
<p>Enquanto isto, se você também está sofrendo com ela, que tal verificar algumas ofertas de telefones (de outras marcas é claro) no Submarino.com.br?</p>
<p align="center"><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/telecoms.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=11&amp;franq=253186"><br />
<img src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_telefonia.jpg" border="0" height="60" width="468" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mania Drive</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=9</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 03:07:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Multimedia]]></category>
		<category><![CDATA[Ví­deo]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma deficiência do Linux (e dos BSDs também) que sempre é observada pelos que estão migrando do mundo MS-Windows é a falta de grandes títulos de jogos (percebam que não falei de bons jogos).
Aos poucos o cenário está mudando, mas ainda estamos muito longe do que temos no Windows. Podemos citar alguns nomes de destaque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma deficiência do Linux (e dos BSDs também) que sempre é observada pelos que estão migrando do mundo MS-Windows é a falta de grandes títulos de jogos (percebam que não falei de bons jogos).</p>
<p>Aos poucos o cenário está mudando, mas ainda estamos muito longe do que temos no Windows. Podemos citar alguns nomes de destaque que não deram as caras no mundo do pinguim:</p>
<ul>
<li>The Sims;</li>
<li>SimCty ;</li>
<li>Fifa Soccer (e damais títulos esportivos da EA);</li>
<li>Need4Speed (qualquer um);</li>
<li>Half-Life (e suas variantes);</li>
<li>Halo (e todos os demais jogos lançados para o X-Box);</li>
<li>GTA&#8217;s;</li>
<li>&#8230;</li>
</ul>
<p align="center"><a href="http://www.tauscheck.com/wp-admin/img/mania/mania_01.jpg"><img title="Diversão Garantida" src="http://www.tauscheck.com/img/mania/mania_01p.jpg" alt="Diversão Garantida" /></a></p>
<p><span id="more-9"></span>Enquanto as grandes desenvolvedoras lançam <span style="text-decoration: line-through;">nada</span> poucos jogos para o linux, o povo tem se virado como pode. Cada vez mais somos surpreeendidos com jogos de ótima qualidade, em sua grande maioria, desenvolvidos pela comunidade. Alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>Quake N;</li>
<li>XMoto (viciante);</li>
<li>Frozen Bubble (sem comentários);</li>
<li>Cube;</li>
<li>FlightGear;</li>
<li>Racer;</li>
<li>&#8230;</li>
</ul>
<p>Neste post vamos falar de um clone do Trackmania muito divertido e também perigoso, pois você vai perder muitas horas tentando melhorar seu próprio tempo ou tentando melhorar seu ranking&#8230;</p>
<p class="line903">Algumas características que podemos citar do jogo são:</p>
<ul>
<li>Obedece muito bem as leis da física;</li>
<li>Bons gráficos (baseado no engine <a title="Radyum" href="http://raydium.org/" target="_blank">Radyum</a>) e jogabilidade excelente;</li>
<li>A trilha sonora é cativante, totalmente formada por bandas de garagem no melhor estilo Punk rock.</li>
<li>Três modos de jogar:
<ul>
<li>Modo carreira, extremamente divertido e complexo, permitindo que o jogodar se ambiente com a física do jogo.</li>
<li>Modo Internet Track, onde o jogador disputa a melhor volta com jogadores do mundo todo.</li>
<li>Modo Lan Multiplayer, que eu acredito não precisar de explicações.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p align="center"><a title="Abertura" href="http://www.tauscheck.com/img/mania/mania_02.jpg"><img title="Abertura" src="http://www.tauscheck.com/img/mania/mania_02p.jpg" alt="Abertura" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Como sabemos que escrever não vai resolver, segue abaixo um pequeno vídeo de como o jogo funciona&#8230;</p>
<p align="center">[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=RUR4WnjNVRQ]</p>
<p align="left">Para se divertir com o jogo basta ir em <a title="http://maniadrive.raydium.org/" href="http://maniadrive.raydium.org/" target="_blank">http://maniadrive.raydium.org/</a> e fazer o download. Existem versões para Linux e Windows.</p>
<p align="left">E pra quem ainda não se livro do mundo MS Windows, que sabe uma visitinha nas promoções do Submarino não te ajudam a passar o tempo no próximo final de semana <img src='http://www.tauscheck.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p align="center"><a href="http://www.submarino.com.br/homecache/games.aspx?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=12&amp;franq=253186"><br />
<img src="http://i.s8.com.br/images/afiliados/banner/468x60_games.jpg" border="0" alt="" width="468" height="60" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Complementos do Firefox &#8211; AllPeers</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=6</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 03:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Firefox]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo blog que se preze tem um post sobre algum complemento legal do Firefox!!! Como quero que isto aqui pareça um blog (um dia quem sabe) resolvi postar alguma coisa sobre um complemento diferente:
AllPeers
O próprio slogan do complemento explica a funcionalidade dela:
Compartilhe exatamente o que você quer com exatamente quem você quer!




Basicamente este complemento transforma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo blog que se preze tem um post sobre algum complemento legal do Firefox!!! Como quero que isto aqui pareça um blog (um dia quem sabe) resolvi postar alguma coisa sobre um complemento diferente:</p>
<h3><a href="http://www.allpeers.com/">AllPeers</a></h3>
<p>O próprio slogan do complemento explica a funcionalidade dela:<br />
<em>Compartilhe <strong>exatamente</strong> o que você quer com <strong>exatamente</strong> quem você quer!</em><br />
<span id="more-6"></span></p>
<p align="center"><script type="text/javascript"><!--
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//--></script>
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</p>
<p>Basicamente este complemento transforma seu navegador em um <em>semeador</em> de arquivos. Você escolhe quais arquivos quer compartilhar com cada pessoa ou grupo da sua lista de conhecidos e eles automaticamente recebem um aviso sobre o compartilhamento.<br />
O sistema suporta atualmente:</p>
<ul>
<li> O arquivo continua à ser compartilhado em um grupo, mesmo após o semeador ter desconectado;</li>
<li> Não existe limite de tamanho para os arquivos;</li>
<li> Quanto mais pessoas copiando o arquivo, mais rápido tende à ser o download de todos;</li>
<li> Segurança, uma vez que os arquivos não passam em momento algum por servidores, ficando a troca restrita às máquinas dos usuários;</li>
<li> Todas as transferência são criptografadas através do SSL;</li>
<li> Você pode trocar mensagens com outros usuários;</li>
<li> Você pode simplesmente arrastar os arquivos/links/figuras para um contato e então começar à compartilhar;</li>
<li>Funciona apenas no Firefox 2.</li>
</ul>
<p>Abaixo um vídeo (dos desenvolvedores) com as funcionalidade do complemento:</p>
<p align="center">[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=JUaX_sbbC8I]</p>
<h2>Instalação:</h2>
<p>Simples como qualquer complemento do Firefox, basta ir em <a href="https://addons.mozilla.org/firefox/3234/">addon.mozilla.org</a> e instalar. Para Linux a extensão tem mais de 7MB!! Não esquecer de reiniciar o Firefox.</p>
<h2>Cadastro:</h2>
<p>Depois de instalado o complemento, ela solicitará um registro. Nada exagerado (login, e-mail e senha), o suficiente para você ter certeza que está compartilhando ou copiando o arquivo com a pessoa certa.</p>
<h2>Utilização:</h2>
<h3>Compartilhando:</h3>
<p>Depois de encontrar seus amigos (ótimo motivo para convencê-los à usar o Firefox), basta selecionar o arquivo/pasta/página e indicar com quem (pessoa ou grupo) deseja compartilhar (vide figura abaixo). Alguns instantes depois o arquivo está disponível para download.</p>
<p align="center"><a title="Compartilhando" href="http://www.tauscheck.com/img/allpeers/snap4.jpg"><img src="http://www.tauscheck.com/img/allpeers/snap4_peq.jpg" alt="Compartilhando" /></a></p>
<h3>Copiando:</h3>
<p>No painel lateral do AllPeers existe uma lista de todos os seus conhecidos. Ao clicar em cada um você consegue ver a lista de todos os arquivos que ele compartilha com você. Basta clicar em cima e selecionar Download. Para acompanhar a cópia, você pode utilizar a janela Transfers. Ela mostra todos os arquivos que você está copiando e enviando.</p>
<p align="center"><a title="Transferência" href="http://www.tauscheck.com/img/allpeers/snap1.jpg"><img src="http://www.tauscheck.com/img/allpeers/snap1_peq.jpg" alt="Transferência" /></a></p>
<h2>Conclusão:</h2>
<p>Este complemento mostra o quanto o Firefox é flexível em comparação com outros navegadores do mercado, mas acima de tudo ele leva o compartilhamento de arquivos à um patamar nunca observado. Qualquer um, de seu próprio navegador pode compartilhar qualquer arquivo apenas com as pessoas que desejar. Um ótimo motivo para convencer seus amigos à adotar o Firefox!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Princí­pios, Protocolos e Arquitetura de Redes TCP/IP</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=8</link>
		<comments>http://www.tauscheck.com/?p=8#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Nov 2006 02:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia Elétrica]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre estes protocolos ultimamente (sim, são 2 e não 1), mas a maior parte das pessoas não conhece o funcionameto e as características deles. Pensando nisso, estou disponibilizando um trabalho sobre TCP/IP.




Fernando Tauscheck
Danielly Cristina dos Santos
1 &#8211; Introdução:
Qualquer comunicação precisa de padrões para que as partes comunicantes se entendam. Se apresentarmos um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre estes protocolos ultimamente (sim, são 2 e não 1), mas a maior parte das pessoas não conhece o funcionameto e as características deles. Pensando nisso, estou disponibilizando um trabalho sobre TCP/IP.<br />
<span id="more-8"></span></p>
<p align="center"><script type="text/javascript"><!--
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</p>
<h1>Fernando Tauscheck</h1>
<h1>Danielly Cristina dos Santos</h1>
<h2>1 &#8211; Introdução:</h2>
<p>Qualquer comunicação precisa de padrões para que as partes comunicantes se entendam. Se apresentarmos um texto em grego à uma pessoa que só compreende chinês, dificilmente conseguiremos trocar alguma informação útil. Da mesma forma acontece com os computadores: ao se comunicarem, os computadores precisam trocar dados dentro de uma padronização conhecida por ambos. Existem várias <em>&#8220;línguas computacionais&#8221;</em>, que receberam o nome de protocolo, cada uma com suas peculiaridades. Apresentaremos aqui o <em>TCP/IP</em>, que é um protocolo que permite que computadores (e equipamentos) diferentes se comuniquem de forma que toda informação seja transferida e entendida em ambos os lados da comunicação.</p>
<h2>2 &#8211; História do TCP/IP:</h2>
<p>O que faz com que a tecnologia de <em>TCP/IP</em> seja tão notável deve-se, em parte, à sua utilização quase universal, e também a dimensão e a taxa de crescimento da internet. A ARPA iniciou suas atividades voltando-se para uma tecnologia de interligação em redes em meados da década de 1970, e a arquitetura e os protocolos adquiriram sua forma atual por volta de 1977-79. Nessa ocasião, a ARPA era conhecida como a primeira agência a financiar a pesquisa de redes de comutação de pacotes e a pioneira em muitas idéias sobre comutação de pacotes por meio da famosa ARPANET. A ARPANET utilizava a interconexão convencional de ponto a ponto pelo sistema de leasing, mas a ARPA também financiou a exploração de comutadores de pacotes em redes de rádio e canais de comunicação via satélite. Na realidade, a crescente diversidade de tecnologias de hardware de rede contribuiu para forçar a ARPA a estudar interligações em redes e impulsionar a efetivação de uma interligação em redes.<br />
Na época, a ARPA possuía tantos recursos financeiros que despertou a atenção e a imaginação de vários grupos de pesquisa. A ARPA então organizava reuniões informais com pesquisadores a fim de trocar idéias e discutir os resultados das experiências. Por volta de 1979, já eram tantos os pesquisadores trabalhando no desenvolvimento do <em>TCP/IP</em> que a ARPA constituiu um comitê informal para coordenar e orientar o projeto dos protocolos  e da arquitetura da rescem nascida internet. Denominado Internet Control and Configuration Board (ICCB), existiu até 1983 quando foi reorganizado.<br />
Em 1980 surgiu a internet global. Nesta época a ARPA passou a adotar os novos protocolos <em>TCP/IP</em> nas máquinas ligadas às suas redes de pesquisa. A ARPANET, já instalada, rapidamente tornou-se o <em>backbone</em> da nova Internet. A transição para a tecnologia da internet foi concluída em janeiro de 1983, quando o <em>Office of the Secretary of Defense </em>ordenou que todos os computadores conectados à redes de longa distância utilizassem o <em>TCP/IP</em>. Ao mesmo tempo a ARPANET dividiu-se em duas redes distintas, uma para futuras pesquisas e outra para comunicações de caráter militar. A primeira manteve o nome da ARPANET, enquanto que a segunda passou a se chamar de MILNET.<br />
Com o intuito de incentivar os pesquisadores das universidades a adotar os novos protocolos, o governo norte-americano financiou a integração dos protocolos <em>TCP/IP</em> no <em>Berkley UNIX</em> (BSD Unix), atingindo desta forma 90% dos usuários da ARPA.<br />
O sistema operacional distribuído por <em>Berkley</em> tornou-se popular então porque além de implementar os protocolos <em>TCP/IP</em>, fornecia uma série de aplicativos para operação em rede que lembravam os serviços <em>UNIX</em> utilizados em máquinas individuais (facilitando o aprendizado dos comandos por usuários já experientes). Outra vantagem que o <em>BSD Unix</em> trazia era a nova abstração no sistema operacional conhecida como <em>sockets</em>, que possibilita aos aplicativos o acesso aos protocolos de comunicação. A introdução dos <em>sockets</em> foi importante porque permitiu que, sem muito esforço, os programadores utilizassem os protocolos <em>TCP/IP</em>, incentivando desta forma os pesquisadores a utilizar o <em>TCP/IP.</em><br />
Atualmente a internet não pertence à nenhuma organização (governamental ou privada), sendo que existem vários fóruns públicos de especificações técnicas. Atualmente a <em>National Science Fundation </em>financia um grupo da <em>AT&amp;T</em> para manter e distribuir informações sobre <em>TCP/IP</em>. Conhecido com <em>Internet Network Information Center (Internic)</em>, o grupo trata de muitos detalhes administrativos para a Internet, além de distribuir a documentação (<em>RFCs &#8211; Request for Comment</em>).<br />
Hoje, quando se menciona TCP/IP, vem imediata a associação com a internet, ocorrendo de modo idêntico o inverso: a internet está diretamente relacionada à arquitetura TCP/IP.</p>
<h2>3 &#8211; Princípios Básicos:</h2>
<p>Uma máquina qualquer de uma rede local deseja enviar um pacote de informações para uma rede distante:<br />
Em primeiro lugar, o pacote é enviado para a rede local, onde é recebido por todas as máquinas e pelo roteador. O roteador então verifica o endereço de destino do pacote. Começa então uma viagem por roteadores de várias redes, onde o pacote vai sendo mandado para roteadores mais próximos do endereço final, até que chegue à máquina de destino. Se o pacote chega ao endereço de destino, a máquina de origem recebe do destino uma mensagem de reconhecimento. Se essa mensagem não chegar em uma certa margem de tempo, o pacote é mandado novamente. Vale frisar que esse processo todo somente ocorrerá se o pacote não for destinado a uma máquina da própria rede local.<br />
Para termos uma melhor compreensão do funcionamento das transmissões de dados em redes, é necessário compreender dois fundamentos básicos: O tipos de protocolos e os métodos de comutação.</p>
<h3>3.1 &#8211; Tipos de Protocolos:</h3>
<p>Basicamente existem dois tipos de protocolos para transmissão: orientados à conexa e não orientados à conexão. O protocolo <em>TCP/IP</em> é um protocolo orientado à conexão.</p>
<h4>3.1.1 &#8211; Protocolos Orientados á Conexão:</h4>
<p>Em uma transmissão orientada à conexão, é necessário que se faça uma chamada e conexão antes de cada transmissão. Nesse tipo de transmissão os pacotes não precisam possuir overheads, como ocorre nas transmissões não orientadas à conexão. Isso é possível pois logo no início da conexão, a origem e o destino trocam todas as informações necessárias à transmissão.<br />
O modo de transmissão orientado à conexão é mais seguro pois possui mecanismos de reenvio de pacotes mal transmitidos, bem como mensagens de reconhecimento.</p>
<h4>3.1.2 &#8211; Protocolos Não Orientados à Conexão</h4>
<p>O modo de transmissão não orientado à conexão conserva pouca informação durante uma conexão. A origem e o destino necessitam ter um prévio acerto de como será a comunicação e as características do QOS &#8211; Quality of Service &#8211; já devem estar definidas. Esse modo de transmissão associa a cada pacote um endereço global, que identifica a origem e o destino do pacote. Nesse modo de transmissão, os sucessivos pacotes transferidos podem não ter qualquer relação, pois são considerados independentes uns dos outros.<br />
O modo de transmissão não orientado a conexão não da importância a controles de fluxo nem realiza qualquer reconhecimento ou reenvio de pacotes.<br />
Através desse modo pode-se fazer uma comunicação com qualquer máquina sem precisar realizar uma conexão, sendo assim mais rápido. Em compensação, não tem-se a certeza do sucesso da transmissão e o acompanhamento do processo precisa ser mais eficaz.</p>
<h3>3.2 &#8211; Métodos de Comutação:</h3>
<p>As primeiras redes de computação surgiram visando a comunicação entre instalações militares norte-americanas, dentro e fora de suas fronteiras. Para tanto, era necessário determinar como interligar estas redes, e não apenas o protocolo que seria utilizado na comunicação. Para tanto, chegaram à dois modos básicos de interconexão: a <em>comutação de circuitos</em> e a <em>comutação de pacotes</em>.</p>
<h4>3.2.1 &#8211; Comutação de Circuitos:</h4>
<p>Os computadores se ligam diretamente para a troca de informações (conexão serial). Os computadores podem trocar grandes volumes de informações, de forma direta e contínua. Exige a existência de uma linha exclusiva entre a origem e o destino.</p>
<h4>3.2.2 &#8211; Comutação de Pacotes:</h4>
<p>Os computadores mandam a informação para pontos intermediários até alcançarem seu destino (ethernet). Os computadores mandam pequenos pedaços (<em>pacotes</em>) de informações que, por não irem diretamente ao destino, precisam conter &#8211; em cada pacote &#8211; o endereço de origem e destino completos.</p>
<h3>3.3 &#8211; Características do TCP/IP:</h3>
<p>Quando o <em>TCP/</em>IP foi desenvolvido, exigiu-se que tivesse algumas características de uma rede de transmissão de dados:</p>
<ul>
<li>as redes a serem construídas não poderiam parar, mesmo que alguns dos computadores desta rede fossem destruídos;</li>
<li>os computadores não poderiam estar, todos, fisicamente ligados (por motivos de custo);</li>
<li>esta rede possuiria vários tipos de computadores diferentes, e eles precisariam se comunicar.</li>
</ul>
<p>Facilmente se percebe que uma comutação de circuitos seria cara e frágil, principalmente sob ataques nucleares, por causa da falta de ligações redundantes, o que seria extremamente útil e fácil de implementar em uma comutação de pacotes. Portanto, foi criado um protocolo que se comunica por pacotes: o TCP/IP.</p>
<h2>4 &#8211; Os Protocolos TCP e IP:</h2>
<p>Apesar de tradicionalmente tratamos os dois como apenas um único protocolo, eles são na verdade dois protocolos com funções distintas e objetivos distintos operando em combinação.</p>
<h3>4.1 &#8211; TCP &#8211; Transmission Control Protocol:</h3>
<p>Esse protocolo tem como principal objetivo realizar a comunicação entre aplicações de dois hosts diferentes. O protocolo TCP é um protocolo de nível de transporte muito utilizado que trabalha com mensagens de reconhecimento, especificação do formato da informação e mecanismos de segurança. Ele garante que todos os PDU&#8217;s (Protocol data Unit) serão enviados com sucesso, pois realiza transmissões orientadas à conexão. Além disso, ele possibilita o uso de várias aplicações voltadas a conversação.</p>
<p>Quando executado, utiliza o protocolo IP, não orientado à conexão. O TCP então fica responsável pelo controle dos procedimentos da transferência segura de dados. Cabe salientar que o IP não é o único protocolo não orientado à conexão que pode ser utilizado pelo TCP.</p>
<p>Para maior eficiência nas comunicações, o TCP engloba várias funções que poderiam estar nas próprias aplicações, como processador de texto, base de dados e correio eletrônico. Ele foi criado com o intuito de ser um software universal contendo essas funções.</p>
<p>Existem ainda outros serviços do TCP:</p>
<ul>
<li>Controle de fluxo;</li>
<li>Segurança na transmissão;</li>
<li>Comandos de OPEN/CLOSE;</li>
<li>Gerenciamento da informação nas transmissões orientadas a conexão;</li>
<li>Prioridade e segurança;</li>
<li>Transferência orientada a &#8220;stream&#8221;.</li>
</ul>
<p>O protocolo TCP pode utilizar-se de várias formas de envio de mensagens. Ele pode ser utilizado com linhas telefônicas, redes locais ou ainda redes de fibra ótica de alta velocidade.</p>
<h4>4.1.1 &#8211; Controle de fluxo:</h4>
<p>O controle de fluxo atribui uma janela de transmissão ao host de origem. Essa janela limita o número de bytes transmitidos por vez. O controle de fluxo em si está na possibilidade de atribuir diferentes valores às janelas.</p>
<h4>4.1.2 &#8211; Segurança na transmissão:</h4>
<p>A confiabilidade nas transmissões via TCP está baseada no fato de que esse protocolo é orientado à conexão e trabalha com números de reconhecimento seqüenciais e positivos.</p>
<p>O TCP do host origem transfere os dados em forma de octetos, onde a cada octeto vão sendo atribuídos números em seqüência. O TCP do host destino analisa então esses números para garantir a ordem e a integridade da mensagem enviada. Se a transferência for perfeita, o TCP do host destino envia uma mensagem de reconhecimento à origem. Caso contrário, é enviada uma seqüência númerica para o TCP do host origem que informará o tipo do problema, bem como ordenará uma nova transmissão.</p>
<p>Os números em seqüência podem ser utilizados ainda para eliminar octetos duplos, que por causa da transmissão não orientada à conexão, podem ocorrer.</p>
<p>O TCP da origem possui um timer para garantir que não se perca muito tempo entre uma mensagem errada e sua correção. Então, quando o TCP origem recebe uma mensagem de erro, ocorre um &#8220;time-out&#8221; e o reenvio da mensagem.</p>
<p>A margem de tempo do &#8220;time-out&#8221; é controlada pelo administrador do host.</p>
<h4>4.1.3 &#8211; Comandos de OPEN/CLOSE:</h4>
<p>Por meio de todos os dispositivos físicos, o TCP pode estabelecer uma conexão virtual, a partir do comando OPEN. Nesse momento,o TCP realiza o &#8220;three-way handshake&#8221;, que é um processo onde os TCP&#8217;s origem e destino trocam mensagens de reconhecimento que possibilitam a conexão.</p>
<p>No momento em que a transferência de informações terminar, qualquer host (origem ou destino) poderá fechar a conexão virtual, a partir do comando CLOSE.</p>
<h4>4.1.4 &#8211; Gerenciamento da informação:</h4>
<p>O protocolo TCP pode controlar todos os aspectos da informação que esta sendo transmitida, pois é um protocolo de transmissão orientada à conexão. A ação do TCP se estende a toda a trajetória da informação, onde ele procura garantir o sucesso da transmissão.</p>
<h4>4.1.5 &#8211; Prioridade e segurança:</h4>
<p>O protocolo TCP permite que o administrador do host controle os níveis de segurança e permissão de acesso, bem como as prioridades nas conexões. Essas características não estão presentes em todas as versões, embora estejam definidas nos padrões TCP.</p>
<h4>4.1.6 &#8211; Transferência orientada a &#8220;stream&#8221;:</h4>
<p>Os aplicativos de nível de interface em geral enviam dados ao TCP de forma orientada a &#8220;stream&#8221;, onde a informação é transmitida byte a byte,um após o outro. Quando a informação chega ao TCP, é então agrupada em pacotes e assim enviada aos demais níveis de transmissão.</p>
<h3>4.2 &#8211; O protocolo IP:</h3>
<p>A principal função do protocolo IP é transportar os datagramas de uma rede a outra na Internet. Ele é um protocolo de transmissão não orientada à conexão, e por ser mais básico, não apresenta muitas características do TCP. Podemos dizer que o IP:</p>
<ul>
<li>Não possui mecanismos de retransmissão;</li>
<li>Não da garantia de uma transmissão integra ou ordenada;</li>
<li>Utiliza os &#8220;endereços IP&#8221; como base para o direcionamento dos datagramas;</li>
<li>Descarta um datagrama se ele não for entregue ou se passar muito tempo trafegando na Internet.</li>
</ul>
<p>Embora o protocolo IP não possua essas características, elas não deixam de ser importantes. Por isso, toda essa parte de consistências para a integridade dos dados transmitidos fica com o TCP.</p>
<p>O envio de datagramas via IP passa por algumas etapas básicas, onde podemos destacar:</p>
<ul>
<li>Endereços IP;</li>
<li>Fragmentação dos datagramas;</li>
<li>Routing ;</li>
<li>Resolução de endereços.</li>
</ul>
<h4>4.2.1 &#8211; Endereços IP:</h4>
<p>Cada computador ligado à Internet possui um ou mais números IP`s, sendo que cada número IP na Internet é exclusivo, o que evita que os datagramas sejam enviados para o lugar errado.</p>
<p>Um computador pode desempenhar o papel de host ou de gateway, ou ainda os dois ao mesmo tempo.</p>
<p>Os endereços IP são compostos em quatro bytes, onde cada byte contém um número. Os números são separados por pontos e se dividem em endereço de rede e endereço local.</p>
<p>O endereço de rede, que é fornecido pela InterNIC, contém a parte do endereço que se refere à rede principal e às subnets. Ele esta representado nos três primeiros bytes do número IP.</p>
<p>O endereço local é atribuído pelo administrador do host. Ele ocupa o último byte e serve para identificar máquinas locais.</p>
<p>Como se tornaria muito complicado lidar somente com números, foi criado o DNS (Domain Name System), que associa um nome a cada número IP. Esse nome traz muitas vantagens, e possui algumas características básicas,como:</p>
<ul>
<li>Os nomes (domínios) são separados por pontos;</li>
<li>Não há espaços entre os domínios;</li>
<li>O número de nomes pode variar de um endereço para outro;</li>
<li>Identificam uma única máquina;</li>
<li>Não há diferença entre letras maiúsculas e minúsculas;</li>
<li>Ao contrário do número IP, são lidos da direita para a esquerda.</li>
</ul>
<p>Típico exemplo de DNS: boitata.cce.ufpr.br</p>
<p>Onde:</p>
<ul>
<li>boitata é o nome da máquina (host);</li>
<li>cce identifica a organização à qual está ligado o host;</li>
<li>ufpr também faz parte da identificação da organização;</li>
<li>br é um campo que pode representar o país (Brasil) ou ainda o tipo da organização,como ocorre com freqüência nos Estados Unidos.</li>
</ul>
<p>Cabe salientar que além da hierarquia comum do DNS (nome do país &#8211; nome da organização &#8211; nome da máquina), pode ocorrer ainda uma hierarquia especial, como é o caso dos nomes cce e ufpr, onde ufpr é uma instituição a nível nacional (Universidade Federal do Paraná) e o cce é uma unidade local (Centro de Computação Eletrônica).</p>
<p>Associado a esse endereço em forma de nomes pode estar o nome do usuário (no extremo esquerdo), separado pelo símbolo &#8220;@&#8221; do resto do endereço. A seguir podemos visualizar um exemplo :  root@boitata.cce.ufpr.br</p>
<p>Onde :</p>
<ul>
<li>root é a parte que identifica o usuário (seu login);</li>
<li>@ é o caractere que separa o nome do usuário do resto do endereço;</li>
<li>boitata.cce.ufpr.br &#8211; constitui a parte restante do domínio que vai do nome da máquina até o nome do país.</li>
</ul>
<h4>4.2.2 &#8211; Fragmentação dos Datagramas:</h4>
<p>Ao realizar trocas de pacotes, os aplicativos da Internet se deparam com um problema: A diferença do tamanho das mensagens nas diversas redes. Nesse caso, o protocolo IP suporta o processo de fragmentação, onde os datagramas são divididos em unidades menores.</p>
<p>O procedimento de fragmentação é realizado por um gateway, onde as mensagens são partidas em unidades menores e adequadamente identificadas. O host destino então reagrupará as instruções baseado nas identificações do gateway.</p>
<p>Na identificação dos fragmentos o gateway cria um header para cada fragmento. O header contém os endereços iniciais das redes (Source address) e uma identificação referente à mensagem a qual faz parte.</p>
<p>Já na fase de reagrupamento, o host destino, ao receber o primeiro fragmento, independentemente de estar na ordem correta, aciona um timer (Time to Live). Se uma margem de tempo padrão for ultrapassada e a mensagem não estiver completamente reconstituida, o host destino descarta os fragmentos recebidos e retorna à origem uma mensagem de erro.</p>
<h4>4.2.3 &#8211; IP ROUTING:</h4>
<p>Um datagrama enviado por um host qualquer não é capaz de chegar ao seu destino por suas próprias pernas, ele precisa ser orientado por um ou mais routers.</p>
<p>Um router recebe qualquer datagrama enviado e verifica seu endereço IP de destino, comparando-o a sua tabela. Após essa análise, o datagrama é mandado então para um gateway mais próximo do destino ou mesmo para o próprio destino.</p>
<p>A tabela de um router pode ser estática ou dinâmica, sendo que a dinâmica é mais vantajosa por ser mais moldável as constantes modificações nas redes.</p>
<p>Essas tabelas determinam o encaminhamento dos datagramas para:</p>
<ul>
<li>Uma outra subrede conectada ao mesmo router da rede origem;</li>
<li>Um gateway, no caso da rede só poder ser acessada através 	de um ou mais gateways (roteamento indireto);</li>
<li>Uma rota default caso o endereço não se identifique com a tabela local. Nesse caso o default normalmente é mandar o datagrama para um circuito exterior.</li>
</ul>
<p>As tabelas dos routers são constituídas de quatro campos, como no exemplo a seguir:</p>
<p align="center">
<table border="1" cellpadding="4" cellspacing="0" width="306">
<tr>
<th width="109">1</th>
<th width="46">2</th>
<th width="93">3</th>
<th width="23">4</th>
</tr>
<tr>
<td>143.54.0.0</td>
<td>
<p align="center">134</p>
</td>
<td>143.55.0.1</td>
<td>
<p align="center">1</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>200.17.162.00</td>
<td>
<p align="center">122</p>
</td>
<td>143.54.0.3</td>
<td>
<p align="center">0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>200.132.0.0</td>
<td>
<p align="center">59</p>
</td>
<td>143.44.0.2</td>
<td>
<p align="center">1</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>200.111.0.0</td>
<td>
<p align="center">172</p>
</td>
<td>143.54.1.22</td>
<td>
<p align="center">0</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>default</td>
<td>
<p align="center">175</p>
</td>
<td>823.28.9.11</td>
<td>
<p align="center">1</p>
</td>
</tr>
</table>
<p align="center"><em>Tabela 1 &#8211; Tabela de um roteador</em></p>
<ul>
<li><strong>Campo 1:</strong> Ã‰ o campo dos endereços IP. Ele contém todos os endereços anteriormente mandados por 	determinada rede.</li>
<li><strong>Campo 2:</strong> Esse campo contém um controle chamado Métrica, onde através de alguns algoritmos é analizado o caminho mais eficiente para aquele endereço(incluindo distância, equipamentos e tempo).</li>
<li><strong>Campo 3:</strong> Ã‰ o campo que contém o endereço IP do destino (seja ele um host de outra subrede, um gateway ou ainda um endereço default.</li>
<li><strong>Campo 4:</strong> O campo quatro é o campo das Flags. Uma Flag 	controla basicamente a freqüência de uso de determinado endereço, para que, no caso de tabelas dinâmicas, o endereço possa ser apagado no caso de pouco uso.</li>
</ul>
<p>Os routers utilizam um protocolo para comunicar aos demais routers ou hosts conectados a eles informações de status. Esse protocolo pode ser o RIP(Routing Information Protocol) ou o OSFP(Open Shortest Path First).</p>
<p>Existe ainda um outro protocolo, o ICMP(Internet Control Message Protocol), que informa sobre possíveis erros no processo de routing.</p>
<h4>4.2.4 &#8211; Resolução de Endereços IP:</h4>
<h4>4.2.4.1 &#8211; ARP:</h4>
<p>Ã€s vezes,quando um host deseja enviar uma mensagem, ele pode não saber o endereço completo do host destino, isto é, saber somente o número IP. Para esses casos, o protocolo IP dispõe de um protocolo chamado ARP (Address Resolution Protocol).<br />
Podem ocorrer duas situações na resolução de endereços:</p>
<ul>
<li><strong>O host destino está na mesma rede:</strong> O host de origem manda um pacote ARP contendo o número IP de destino da mensagem para todas as demais estações de sua rede. Somente a estação que se identificar com o número IP desse pacote irá responder à mensagem, mandando de volta o seu endereço MAC. Além de mandar a mensagem, o host de origem armazena o endereço MAC recebido do host destino em uma tabela temporária, que relaciona números IP aos endereços MAC da suposta rede local.</li>
<li><strong>O host destino está em uma rede distante:</strong> Nesse caso, o host origem enviará um pacote ARP contendo o número IP para o gateway, que então orientará esse pacote por diversas conexões até que chegue na rede local desejada. Ocorrerá, então, o mesmo que na situação anterior, apenas diferenciando-se pelo fato de que o próprio gateway enviará os pacotes ARP para todas as estações locais.</li>
</ul>
<h4>4.2.4.2 &#8211; RARP:</h4>
<p>O RARP (Reverse Address Resolution Protocol) é um protocolo que permite a uma estação descobrir seu próprio endereço IP. Ele é bastante utilizado por estações de trabalho desprovidas de disco rígido, uma vez que elas não tem como armazenar permanentemente um endereço IP.<br />
Cada vez que uma estação desse tipo vai mandar alguma mensagem, ela precisa descobrir seu endereço IP.</p>
<p>Para tanto, ela envia uma mensagem ao servidor RARP de sua rede local, contendo seu endereço MAC. O servidor então retorna à estação seu número IP, possibilitando assim o envio de mensagens.</p>
<h4>4.2.4.3 &#8211; Proxy ARP:</h4>
<p>O Proxy ARP é uma variação do ARP. Ele possibilita que uma organização possua somente um endereço IP para suas diversas redes.</p>
<p>Nesse caso, todas as redes estão conectadas a um router. Quando um host quiser se comunicar com um host de outra rede (sem saber seu endereço MAC), ele irá despejar um pacote com o número IP do host destino. Mas nesse caso o pacote é interceptado primeiramente pelo router, que retorna ao host destino seu próprio endereço MAC. A informação subseqüente será então orientada para o router, que a redirecionará para o host destino, de acordo com a sua própria tabela de endereços.</p>
<h2>5 &#8211; Modelo TCP/IP:</h2>
<p>O modelo TCP/IP é constituído basicamente por 4 camadas: a <em>camada de interface de rede </em>, a <em>camada de rede </em>, a <em>camada de transporte </em>e a <em>camada de aplicação</em>. Tanto a camada de aplicação quanto a camada de interface de rede não possuem uma norma definida, devendo a camada de aplicação utilizar serviços da camada de transporte,  e a camada de interface de rede prover a interface dos diversos tipos de rede com o protocolo (promovendo em conseqüência a interoperação entre as diversas arquiteturas de rede &#8211; Ethernet, Token Ring, ATM, entre outras).</p>
<h3>5.1 &#8211; Camadas do Protocolo TCP/IP:</h3>
<p>O modelo de camadas tem uma vantagem óbvia: se os processos de comunicação estão bem definidos e separados em cada camada, qualquer alteração necessária em um destes processos poderia ser feita isoladamente, não precisando, portanto, reescrever todo o protocolo.</p>
<p align="center">
<table style="page-break-after: avoid" border="1" bordercolor="#000000" cellpadding="4" cellspacing="0" width="197">
<thead>
<td bgcolor="#0000ff" valign="top" width="187">
<p align="center"><strong>Aplicação</strong></p>
</td>
<td bgcolor="#ffff00" valign="top" width="187">
<p align="center"><strong>Transporte</strong></p>
</td>
<tr>
<td bgcolor="#ff0000" valign="top" width="187">
<p align="center"><strong>Internet</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#cccccc" valign="top" width="187">
<p align="center"><strong>Nível Físico</strong></p>
</td>
</tr>
</thead>
</table>
<p align="center"><em>Tabela 2 &#8211; Estrutura do protocolo TCP/IP</em></p>
<h4>5.1.1 &#8211; Camada de Aplicação:</h4>
<p>Ã‰ formada pelos protocolos utilizados pelas diversas aplicações do modelo TCP/IP. Esta camada não possui um padrão comum. O padrão estabelece-se para cada aplicação. Isto é, o FTP possui seu próprio protocolo, o TELNET possui o seu próprio, bem como o SNMP, GOPHER, DNS, etc.</p>
<p>Ã‰ na camada de aplicação que se estabelece o tratamento das diferenças entre representação de formato de dados.</p>
<p>O endereçamento da aplicação na rede é provido através da utilização de portas para comunicação com a camada de transporte. Para cada aplicação existe uma porta predeterminada.</p>
<h4>5.1.2 &#8211; Camada de Transporte:</h4>
<p>A camada de transporte é uma camada fim-a-fim, isto é, uma entidade desta camada só se comunica com a sua entidade-par do host destinatário. Ã‰ nesta camada que se faz o controle da conversação entre as aplicações intercomunicadas da rede.</p>
<p>A camada de transporte utiliza dois protocolos: o TCP e o UDP. O primeiro é orientado à conexão e o segundo é não orientado à conexão . Ambos os protocolos podem servir a mais de uma aplicação simultaneamente.</p>
<p>O acesso das aplicações à camada de transporte é feito através de portas que recebem um número inteiro para cada tipo de aplicação, podendo também tais portas serem criadas ao passo em que novas necessidades vão surgindo com o desenvolvimento de novas aplicações.</p>
<p>A maneira como a camada de transporte transmite dados das várias aplicações simultâneas é por intermédio da multiplexação, onde várias mensagens são repassadas para a camada de rede (especificamente ao protocolo IP) que se encarregará de empacotá-las e mandar para uma ou mais interface de rede. Chegando ao destinatário o protocolo IP repassa para a camada de transporte que demultiplexa para as portas (aplicações) específicas.</p>
<h4>5.1.3 &#8211; Internet:</h4>
<p>A camada Internet é a primeira (normatizada) do modelo. Também conhecida como camada de rede (ip), é responsável pelo endereçamento, roteamento dos pacotes, controle de envio e recepção (erros, bufferização, fragmentação, seqüência, reconhecimento, etc.), etc.</p>
<p>Dentre os protocolos da Camada Internet, destaca-se inicialmente o IP (Internet Protocol), além do ARP, ICMP, RARP e dos protocolos de roteamento (RIP ,IGP, OSPF, Hello, EGP e GGP).</p>
<p>A camada Internet é uma camada não orientada à conexão, portanto se comunica através de datagramas.</p>
<h4>5.1.4 &#8211; Camada Física:</h4>
<p>Também chamada camada de abstração de hardware, tem como f/Hccedil;ão principal a interface do modelo TCP/IP com os diversos tipos de redes (X.25, ATM, FDDI, Ethernet, Token Ring, Frame Relay, sistema de conexão ponto-a-ponto SLIP,etc.). Como há uma grande variedade de tecnologias de rede, que utilizam diferentes velocidades, protocolos, meios transmissão, etc. , esta camada não é normatizada pelo modelo, o que provê uma das grandes virtudes do modelo TCP/IP: a possibilidade de interconexão e interoperação de redes heterogêneas.</p>
<h3>5.2 &#8211; Encapsulamento:</h3>
<p>Cada pacote de nível no TCP/IP possui uma área de controle do pacote e uma área de dados. A área de dados carrega a informação relevante para nós, e a área de controle, carrega informações relevantes para a comunicação entre os computadores. Os pacotes dos níveis altos são &#8220;encapsulados&#8221; da área de dados do pacote imediatamente inferior, que por sua vez é encapsulado na área de dados no nível abaixo, até chegar ao nível físico, onde então é enviado pela rede.</p>
<p align="center">
<table cellpadding="4" cellspacing="0" width="209">
<tr valign="top">
<th rowspan="5" bgcolor="#cccccc" width="6"></th>
<th bgcolor="#cccccc" width="0"></th>
<th bgcolor="#cccccc" width="0"></th>
<td bgcolor="#cccccc" width="145">
<p align="center">Nível Físico</p>
<p> Controle Ethernet</td>
<th bgcolor="#cccccc" width="0"></th>
<th bgcolor="#cccccc" width="0"></th>
<th bgcolor="#cccccc" width="0"></th>
</tr>
</table>
<p><em>Tabela 3 &#8211; Encapsulamento por TCP/IP</em></p>
<h4>5.2.1 &#8211; Exemplo de funcionamento:</h4>
<p>Quando o usuário digita um endereço no válido em seu navegador, ele monta uma instrução do tipo &#8220;Protocolo de aplicação HTTP&#8221;. Esta instrução é referente a um pedido de arquivo feito por ele a algum servidor Web em algum lugar do planeta. Então, o navegador passa esta instrução aos drivers de rede, mais precisamente à camada de Transporte. A camada de transporte aloja esta instrução HTTP em sua área de dados, e monta um cabeçalho com informações relevantes sobre o tipo de conexão que será mantida entre os dois computadores para a transmissão deste arquivo. Após especificar de que forma os computadores irão trocar esta informação, ele pega sua área de dados (a instrução HTTP), acrescida destas informações sobre a conexão, e a repassa para a camada inferior, internet, que alocará esta informação em sua área de dados. Esta camada acrescentará informações referentes ao endereço de destino (o servidor Web) que receberá estes dados, assim como preferências de rotas e dados de controle do pacote enquanto ele estiver a caminho do seu destino. Estando este cabeçalho pronto e anexado a área de dados, esta informação é agora passada ao driver da placa de rede, que montará um quadro de envio compatível com o meio físico ao qual está ligado.</p>
<p>Chegando ao destino, independente do tipo de pacote do nível físico (o que refletirá o tipo de rede utilizada na instalação do servidor Web), a placa de rede instalada neste servidor abrirá este pacote e repassará sua área de dados ao nível superior. A área de dados do nível físico, como sabemos, é o pacote do nível internet, que será repassado justamente ao nível internet. Este nível, por sua vez, checa todos os dados de controle contidos no cabeçalho, como endereço destino e origem, e repassa sua área de dados (o pacote do nível Transporte) ao nível superior que é, adivinhe, o Nível de Transporte! Este nível de transporte, ao receber seu pacote, checa os dados do cabeçalho quanto aos tipos de conexão, checksum etc. e, estando tudo em ordem, finalmente repassa sua área de dados (o comando HTTP) ao servidor Web, que responde pelo Nível de Aplicação. Ao receber o comando, o servidor Web busca o arquivo pedido pelo navegador e o envia, fazendo novamente todo o processo de empacotamento e transmissão, até chegar ao computador do usuário.</p>
<p>Ao contrário do que pode parecer, isto é feito em pouquíssimo tempo &#8211; desde que tudo esteja funcionando pelo caminho. A maior parte dos &#8220;gargalos&#8221; nestas comunicações estão nas extremidades, seja pela velocidade do modem (ou do link do seu provedor), seja pela sobrecarga no servidor requerido. Mas há a possibilidade de acontecer algum problema enquanto seu pacote de informação estiver a caminho, e ele precisa saber &#8220;se virar&#8221; caso encontre um destes problemas. Se ainda assim, seu pacote não chegar ao seu destino, é necessário saber onde e porque isto ocorreu, e este é o principal motivo para tantas informações de controle nos cabeçalhos, pois os pacotes não possuem nenhum tipo de &#8220;inteligência&#8221; para seguir adiante. Tudo fica a cargo dos GATEWAYS.</p>
<p>Só como exemplo de como os pacotes possuem diversos tipos de informações, a área de controle do pacote IP possui um campo chamado TTL (Time To Live) que indica aos outros computadores o quanto aquele pacote deve caminhar até ser descartado. Em cada host de nível Internet pelo qual passa este pacote, o número do campo TTL é subtraído de 1 e, quando chegar a zero, ele deixa de ser retransmitido. O número padrão deste campo é 30, e serve para que o pacote não fique eternamente perambulando pela rede, caso não encontre o caminho certo.</p>
<h2>6 &#8211; Equipamentos de Interconexões:</h2>
<p>As conexões físicas da Internet estão baseadas em alguns componentes básicos, dos quais podemos destacar:</p>
<ul>
<li><strong>Gateways:</strong> Um gateway é um componente que pode 	conectar redes distintas convertendo diferentes níveis de protocolos.</li>
<li><strong>HUB:</strong> utilizado serve para repassar o sinal elétrico recebido em uma de suas portas para todas as outras portas. Ele não se importa com o que está sendo transmitido, apenas escuta de 	um lado e fala do outro. Portanto, como não &#8220;entende&#8221; os pacotes que transfere, ele não é considerado um 	gateway. Ele não analisa o tráfego e não toma nenhuma decisão.</li>
<li><strong>Bridges:</strong> quando recebem o pacote de informação, verificam &#8220;para onde&#8221; este pacote vai e o encaminha para a saída correta. A Bridge faz este endereçamento baseado no endereço FÃSICO das placas de rede as quais ela tem acesso (algo como 30:A5:F3:00:21:6C:E0:FF), portanto, basta que se entenda o pacote do nível físico para fazer o encaminhamento. Ela então é considerada um &#8220;Gateway 	de Nível Físico&#8221;.</li>
<li><strong>Roteadores (ou Routers):</strong> eles abrem o pacote do nível físico e checam o pacote do nível Internet. Neste 	segundo pacote, eles descobrem o endereço IP do destino, e 	encaminham o pacote devidamente. Com isto, os roteadores podem ser usados para interligar redes físicas diferentes, bastando 	que, para isto, ele &#8220;saiba&#8221; ouvir e falar quadros de 	níveis físicos distintos. O fato de &#8220;entenderem&#8221; os pacotes do nível Internet os fazem receber o nome de &#8220;Gateway de Nível Internet&#8221;.</li>
</ul>
<h2>7 &#8211; Aplicações que utilizam <em>TCP/IP</em>:</h2>
<p>As aplicações, no modelo TCP/IP, não possuem uma padronização comum. Cada uma possui um RFC próprio. O endereçamento das aplicações é feito através de portas (chamadas padronizadas a serviços dos protocolos TCP e UDP), por onde são passados as mensagens.</p>
<p>Como já mencionado, é na camada de Aplicação que se trata a compatibilidade entre os diversos formatos representados pelos variados tipos de estações da rede.</p>
<p>A comunicação entre as máquinas da rede é possibilitada através de primitivas de acesso das camadas UDP e TCP. Antes de iniciar o estabelecimento da conexão, são executadas as primitivas socket, que cria um ponto terminal de comunicação, e bind que registra o endereço da aplicação (número da porta). Para estabelecer a conexão (com o protocolo TCP), a aplicação servidora executa a primitiva listen enquanto que a cliente executa connect. A aplicação servidora usa o accept para receber e estabelecer a conexão. Já o UDP, como não é orientado à conexão, logo após o socket e o bind, utiliza as primitivas sendto e recvfrom.</p>
<p>Abaixo segue uma apresentação básica de vários tipos de aplicações que utilizam TCP/IP como protocolo de comunicação.</p>
<h3>7.1 &#8211; TELNET (Terminal Virtual):</h3>
<p>Ã‰ um protocolo que permite a operação em um sistema remoto através de uma sessão de terminal. Com isso, a aplicação servidora recebe as teclas acionadas no terminal remoto como se fosse local. Utiliza a porta 23 do TCP.</p>
<p>O TELNET oferece três serviços: Definição de um terminal virtual de rede, Negociação de opções (modo de operação, eco, etc.) e transferência de dados.</p>
<p>Atualmente o TELNET vem perdendo força porque as informações trafegam sem nenhum tipo de proteção pela rede. Desta forma, qualquer pessoas que tenha acesso à qualquer dispositivo por onde os pacotes da comunicação trafeguem, terá acesso à todos os dados enviados (login, senha, comandos, &#8230;). Vem gradativamente sendo substituído pelo SSH.</p>
<h3>7.2 &#8211; SSH (Secure Shell):</h3>
<p>O SSH pode ser considerado um TELNET com criptografia na transmição. Assim como o TELNET, o SSH fornece três tipos de serviços: Definição de um terminal virtual de rede, Negociação de opções (modo de operação, eco, etc.) e transferência de dados. Utiliza a porta 22 do TCP.</p>
<p>Tendo em vista que as informações trafegam em um canal criptografado, em que a máquina cliente recebe uma chave específica para cada servidor, o volume de dados a ser enviado é maior, porém, tendo em vista a velocidade das conexões existentes hoje em dia, é um bom preço a se pagar pela segurança.</p>
<h3>7.3 &#8211; FTP (File Transfer Protocol):</h3>
<p>Provê serviços de transferência, renomeação e eliminação de arquivos, além da criação, modificação e exclusão de diretórios. Para sua operação, são mantidas duas conexões: uma de dados e outra de controle. Não implementa segurança, o que deixa para o TCP, exceto as requisições de senhas de acesso a determinados arquivos (ou servidores FTP).</p>
<p>As transferências de arquivos podem ser no modo TEXTO, onde há conversões de codificação para o sistema destinatário, e o modo BINÃRIO, onde não há nenhuma conversão e todos os bytes são transferidos como estão.</p>
<h3>7.4 &#8211; HTTP (HyperText Transfer Protocol):</h3>
<p>O HTTP é um protocolo relativamente novo e atualmente muito difundido. Ele permite que diferentes tipos de dados trafeguem em um único canal. Desta forma pode-se enviar figuras, texto e sons em uma mesma requisição do sistema. O sistema foi desenvolvido no início da década de 90 por Tim Berners-Lee, um pesquisador que queria interligar as informações de suas pesquisas com a de outros pesquisadores. Tem como principal característica a total independência quanto à instituições ou empresas. Ãˆ atualmente mantido pelo grupo de desenvolvimento aberto w3.org. Utiliza a porta 80 do TCP.</p>
<h3>7.5 &#8211; SMTP (Simple Mail Tansfer Protocol):</h3>
<p>Implementa o sistema de correio eletrônico da internet, operando não orientado à conexão, provê serviços de envio e recepção de mensagens do usuário. Tais mensagens são armazenadas num servidor de correio eletrônico onde o usuário destinatário está cadastrado, até que este solicite-a, quando são apagadas da área de transferência do sistema originador.</p>
<p>O SMTP divide a mensagem em duas partes: corpo e cabeçalho que são separados por uma linha em branco. No cabeçalho existem uma seqüência de linhas que identificam o emissor, o destinatário, o assunto, e algumas outras informações opcionais. Utiliza a porta 25 do TCP.</p>
<h3>7.6 &#8211; DNS (Domain Name System):</h3>
<p>O DNS é um mecanismo para gerenciamento de domínios em forma de árvore. Tudo começa com a padronização da nomenclatura onde cada nó da arvore é separado no nome por pontos. No nível mais alto podemos ter: COM para organizações comerciais, EDU para instituições educacionais, GOV para instituições governamentais, MIL para grupos militares, ORG para outras organizações.</p>
<p>O DSN possui um algoritmo confiável e eficiente para tradução de mapeamento de nomes e endereços.</p>
<h3>7.7 &#8211; Outros Protocolos de Aplicação:</h3>
<p>Além dos protocolos citados acima, existem diversos outros, que utilizam o TCP/IP das mais diferentes forma, entre eles podemos citar:</p>
<ul>
<li>Pop3: Utiliza a porta 110, e é utilizado par receber as mensagens de correio eletrônico de um servidor;</li>
<li>IRC: Utiliza a porta 6667, e é utilizado para conversas on-line (Internet Relay Chat);</li>
<li>ICQ: Utiliza a porta 5198, e é utilizado pra troca de mensagens e arquivos em tempo real. Pertence à AOL.</li>
<li>Gopher: Utiliza a porta 70. Em extinção nos dias de hoje, é o precursor dos atuais navegadores e do próprio http. Era um Browser em modo texto.</li>
<li>Xfree86: Utilizado para exportar terminais gráficos em 	máquinas Unix para qualquer outro sistema operacional. Foi implementado já na década de 70 pelo MIT.</li>
</ul>
<h2>8 &#8211; Conclusão:</h2>
<p>Apesar de todas as capacidades do <em>TCP/IP</em>, é incrível perceber o quanto ele pode fazer e ao mesmo tempo o quanto ele é simples. Esta simplicidade associada à poder que ele proporciona, além do status de protocolo desvinculado à uma instituição, permitiu que o <em>TCP/IP</em> chegasse ao ponto em que os mais diversos ramos de tecnologia estão procurando formas de se interligar ao protocolo. Desta forma, poderemos em breve ter em casa telefonia sobre <em>TCP/IP</em>  (voz sobre ip), além de outros dispositivos totalmente independentes se comunicando e trocando informações para otimizar  suas operações.</p>
<p>Todo este potencial ajuda na disciminação de idéia e desenvolvimento de novas utilizações, fugindo do conceito de que o <em>TCP/IP</em> foi feita pra ser utilizado na internet.</p>
<p>O modelo de protocolo aberto permite também que os desenvolvedores tenha a certeza que em nenhum momento alguma empresa tomará posse do protocolo, impedindo que determinados serviços sejam descontinuados em detrimento dos serviços de interesse de determinada empresa.</p>
<p>Tudo isso tornou o TCP/IP no padrão da indústria de comunicação mundial.</p>
<h2>9 &#8211; Referências Bibliográficas:</h2>
<ol>
<li><a href="http://www.anti-hackers.com.br">http://www.anti-hackers.com.br</a> &#8211; 	Segurança das Informações &#8211; O Protocolo TCP/IP 	; Site do projeto Anti-Hackers.</li>
<li>COMER, Douglas E; Interligação 	em Redes com TCP/IP, Volume 1, Editora Campus, São Paulo, Sp, 	2000.</li>
<li><a href="http://www.pop-rs.rnp.br/ovni/tcpip">http://www.pop-rs.rnp.br/ovni/tcpip</a> &#8211;  	TCP/IP; Site da RNP (Rede Nacional de Pesquisa) no Rio Grande do 	Sul.</li>
<li><a href="http://www.kde.org">http://www.kde.org</a> &#8211; KDE.org &#8211; 	Site do Projeto KDE, um ambiente desktop voltado à máquinas 	UNIX,</li>
<li><a href="http://www.freebsd.org">http://www.freebsd.org</a> &#8211; FreeBSD.org; Site 	do Projeto FreeBSD, que mantém o código do primeiro 	BSD Unix de <em>Berkley</em>.</li>
</ol>
<p align="center">Trabalho desenvolvido com <a href="http://www.openoffice.org">OpenOffice 1.1</a></p>
<p align="left">Caso encontre algum erro, ou a falta de algumas referência, por favor entre em contato para podermos corrigir.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>PHP &#8211; Como Dividir um Quadrado em 4 Partes Iguais??!!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Oct 2006 01:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Como dividir um quadrado em 4 partes idênticas?
Esta é a proposta de programa escrito em php. A idéia é particularmente simples e fécil de ser implementada, porem é um bom exercéio para que quer aprender a trabalhar com a lib_gd junto com o PHP. Vale a pena também para quem gosta de trigonimetria e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como dividir um quadrado em 4 partes idênticas?</p>
<p>Esta é a proposta de programa escrito em php. A idéia é particularmente simples e fécil de ser implementada, porem é um bom exercéio para que quer aprender a trabalhar com a lib_gd junto com o PHP. Vale a pena também para quem gosta de trigonimetria e de célculos.</p>
<p>Como o programa é totalmente ligado com minha página, estou apenas disponiblizando o arquivo que faz os desenhos, mas com ele já dá pra se divertir bastante.</p>
<p>Para copiar os arquivos, clique <a href="http://www.tauscheck.com/arquivos/quadrado.zip" title="aqui!">aqui!</a> (os códigos estão disponí­veis na licença GNU GPLv2).</p>
<p>Para ver o programa, clique <a href="http://www.tauscheck.com/old/quadrado.php" title="AQUI!!" target="_blank">AQUI!</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>PHP &#8211; Integração com o VBA (COM)</title>
		<link>http://www.tauscheck.com/?p=7</link>
		<comments>http://www.tauscheck.com/?p=7#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2006 02:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tauscheck.com/?p=7</guid>
		<description><![CDATA[Vivemos em um mundo onde:

 90% das informações que temos estão em uma planilha em Excel;
 8% em algum arquivo Word e
 2% em um Banco de Dados (dos quais 50% são arquivos MDB )  

Como então aproveitar todos estes arquivos e ainda trabalhar com PHP?




 PHP e COM
O PHP possui uma biblioteca (só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos em um mundo onde:</p>
<ul>
<li> 90% das informações que temos estão em uma planilha em Excel;</li>
<li> 8% em algum arquivo Word e</li>
<li> 2% em um Banco de Dados (dos quais 50% são arquivos MDB ) <img src='http://www.tauscheck.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<p>Como então aproveitar todos estes arquivos e ainda trabalhar com PHP?<br />
<span id="more-7"></span></p>
<p align="center"><script type="text/javascript"><!--
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//--></script>
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</p>
<h2> PHP e COM</h2>
<p>O PHP possui uma biblioteca (só funciona em máquinas Windows) chamada COM (Component Object Model). Ela é uma camada orienta à objeto que define chamadas padronizadas que permitem em qualquer linguagem chamadas para um código escrito em outra linguagem.<br />
Como nosso foco é a progamação em VBA junto com o PHP, segue abaixo uma parte de um código que chama um arquivo Excel e executa algumas funções dentro dele:<br />
<code><br />
// Inicia o Excel na máquina<br />
$obj = new COM( "excel.application" ) or die( "unable to start MSExcel" );<br />
// Função do VBA que desabilita as mensagens de alerta<br />
$obj-&gt;Application-&gt;DisplayAlerts = False;<br />
// Abre a Planilha Basa_de_Dados.xls do endereço de rede (padrão Win32) \\guaratuba\PRSC<br />
$obj-&gt;Workbooks-&gt;Open( "\\\guaratuba\\PRSC\\Base_de_Dados.xls");<br />
$i = 1;<br />
do<br />
{<br />
// Pega o valor da celula que está na linha $i+3, coluna 7<br />
$a[$i] = trim($obj-&gt;ActiveSheet-&gt;Cells($i+3, 7)-&gt;Value);<br />
$i++;<br />
print $i."- Valor 1: ".$a[$i]."\n\r";<br />
} while (!empty($a[$i-1]));<br />
</code></p>
<p>Para quem conhece um pouco de VBA já deve ter percebido que na verdade estamos chamando os seguintes comando:</p>
<p><code><br />
Application.DisplayAlerts = False<br />
Workbooks.Open("\\\guaratuba\\PRSC\\Base_de_Dados.xls")<br />
a(i) = ActiveSheet.Cells(i+3, 7).Value<br />
</code></p>
<p>A adaptação do código é direta e não exige quase nenhuma alteração.<br />
Este tipo de biblioteca é MUITO útil quando se deseja importar planilhas extensas e que possuam dados armazenados em comentário, em cores ou em um formato que deve ser tratado antes imbutido no PHP.</p>
<p>Outro ponto que é interessante é reutilizar macros escritas em VBA de dentro do PHP. Tal artifício permite que trabalhos antigos sejam reutilizados, acelerando o desenvolvimento. Para tanto, basta chamar a função como de costume:<br />
<code><br />
$obj = new COM( "excel.application" ) or die( "unable to start MSExcel" );<br />
$obj-&gt;Application-&gt;DisplayAlerts = False;<br />
// Planilha que possui a macro 'processa_dados()' definida.<br />
$obj-&gt;Workbooks-&gt;Open( "\\\guaratuba\\PRSC\\Base_de_Dados.xls");<br />
// Chamada à função VBA definida dentro do arquivo Base_de_Dados.xls<br />
$obj-&gt;processa_dados()<br />
</code></p>
<p>Para que esta técnica funciona, você deve ter certeza o usuário que está chamando o PHP tenha configurado o MS Excel para rodar macros sem perguntar caso contrário o código simplesmente fica congelado. Vale lembrar que se a chamada for feita de dentro do Apache, será necessário inicar o serviço do Apache com um usuário normal, configurado na máquina (<em>caso utilize esta técnica, a tauscheck.com recomenda que seja criado um usuário específico, e que apenas arquivos conhecidos sejam chamados. JAMAIS permita que um usuário indique que arquivo deve ser processado</em>).</p>
<p>É claro que esta biblioteca pode fazer muito mais do que estou apresentando aqui, porém esta não é a idéia deste post.</p>
<p>Caso tenham dúvidas, comentários e/ou dicas à serem incluídas aqui, é só postar.</p>
<p>Sds,</p>
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		<title>Som AC&#8217;97 e Modem Pctel &#8211; 100%</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2005 06:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tauscheck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos maiores problemas dos usuários que acabam de chegar ao Linux, assim como um grande problemas daquele que trocam de computador por um com todo o sistema on-board, são os famigerados fax-modens.
Apesar dos vários modelos existentes no mercado (Pctel, Lucent, Us-Robotics, &#8230;), aqui procurarei me ater à um modelo específico, o SiS7013 56k, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos maiores problemas dos usuários que acabam de chegar ao Linux, assim como um grande problemas daquele que trocam de computador por um com todo o sistema on-board, são os famigerados fax-modens.</p>
<p>Apesar dos vários modelos existentes no mercado (Pctel, Lucent, Us-Robotics, &#8230;), aqui procurarei me ater à um modelo específico, o SiS7013 56k, que apresenta alguns problemas com o driver tradicional.</p>
<p><span id="more-4"></span></p>
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</p>
<p>Os modens da Pctel são tradicionalmente suportados pelos drivers disponíveis em <a href="http://linmodems.technion.ac.il/pctel-linux/">http://linmodems.technion.ac.il/pctel-linux/</a>. O que muitas pessoas não sabem, é que em determinadas placas mãe, normalmente as que possuem chipset SiS 7012 e 7013, não suportam a operação conjunta entre o som on-board e o modem on-board (AMR).Como usuário desses modens, sempre sofri bastante com eles, chegando ao ponto de comprar um outro modem, para poder utilizar o modem e o som ao mesmo tempo. Procurando na internet, descobri que os modens on-board que operam com placas de som AC&#8217;97 possuem um novo driver.</p>
<p>Caso você não tenha certeza que modem você possui, pegue este progama interessante em: <a href="http://linmodems.technion.ac.il/packages/scanModem.gz">http://linmodems.technion.ac.il/packages/scanModem.gz</a>.</p>
<p>Depois que você executá-lo, você terá como saída 3 arquivos no diretório corrente. Neles você terá uma explicação clara de que tipo de modem você possui, assim como um pequeno HowTo de como colocar seu modem para funcionar. Abaixo temos parte de um dos arquivos, onde pude determinar meu modelo de modem:</p>
<p><em>Modem candidates are at PCI_buses:  00:02.6<br />
Providing detail for device at PCI_bus 00:02.6<br />
with Vendor:Device  PCI_IDs<br />
&#8212;-:&#8212;-<br />
00:02.6 Class 0703: 1039:7013 (rev a0)<br />
Subsystem: 1039:7013<br />
&#8212;-:&#8212;-<br />
00:02.6 Modem: Silicon Integrated Systems [SiS] Intel 537 [56k Winmodem] (rev a0) (prog-if 00 [Generic])<br />
Subsystem: Silicon Integrated Systems [SiS] Intel 537 [56k Winmodem]<br />
Flags: bus master, medium devsel, latency 64, IRQ 11<br />
I/O ports at d400 [size=256]</em></p>
<p><em>The modem Subsystem operates under an AC&#8217;97 or MC97 controller which sends digital signal processing tasks to the digital audio card.<br />
So the digital audio system MUST be functional for the modem to work.</em></p>
<p><em>&#8230;</em></p>
<p><em>Vendor 1039 is SiS, Silicon Integrated System.<br />
Some of SIS modems under AC&#8217;97/MC97 Controllers are served by the SmartLink slmodem-2.9.n drivers.<br />
</em></p>
<p>No meu caso, (como mostro acima) descobri que possuo um modem PcTel (que funciona com o driver tradicional, mas sem som) baseado na placa de som AC&#8217;97, assim como podia utilizar um driver diferente, disponível em: <a href="ftp://ftp.smlink.com/linux/unsupported/slmodem-2.9.4.tar.gz">ftp://ftp.smlink.com/linux/unsupported/slmodem-2.9.4.tar.gz</a></p>
<p>Após copiar, compilar e instalar (que não está no escopo deste tutorial), carregue o driver e crie um link simbólico para o modem assim</p>
<p><strong>modprobe slamr<br />
ln -sf /dev/ttySL0 /dev/modem</strong></p>
<p>Depois, basta executar o seguinte programa, que veio junto com o driver:</p>
<p><strong>/usr/sbin/slmodemd &#8211;country=BRAZIL &amp;</strong></p>
<p>Este último comando deve ser executado todas as vezes que você iniciar a máquina e quiser utilizar o modem. Aqui em casa, coloquei estes comandos no fim do arquivo /etc/rc.d/rc.local</p>
<p><strong>Vantagens:</strong> Além da vantagem lógica de se utilizar esse driver (poder utilizar o som e o modem simultaneamente), temos outra vantagem: este driver já é suportado pelo novo kernel 2.6 (de forma perfeita), enquanto que o driver antigo ainda não possui previsão de suporte ao kernel 2.6.</p>
<p><strong>Conclusões:</strong> Tendo em vista que estes modelos de modens são muito utilizados no Brasil (inclusive em placas novas, fabricadas pela Pc-Chips, ECS, Asus, &#8230;), principalmente devido ao baixo custo e estabilidade,  é bom saber que possuem um suporte de qualidade. Como comparativo, minha conexão já está com 11h25min e já trafeguei 140Mb de download e 77Mb de upload, ótimos valores para um modem on-board que quase nem possuía suporte 2 anos trás.</p>
<p><strong>Ps:</strong> Ainda não teste em outros modens. Caso você tenha alguma experiência positiva com outros modelos, me envie um e-mail, que ficarei feliz de corrigir este texto!</p>
<p align="right">Fernando Tauscheck</p>
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